
Trabalhando nas indústrias gráficas da capital de São Paulo
Matéria prima… O papel! Quanto sobra tempo Gosto de ler algum livro Sem nenhum tormento Vou procurar no meu arquivo. Fábrica de livros sem mistério Foi o que achei na

Matéria prima… O papel! Quanto sobra tempo Gosto de ler algum livro Sem nenhum tormento Vou procurar no meu arquivo. Fábrica de livros sem mistério Foi o que achei na

Em meados de 1969, conheci um movimento inédito na cidade de São Paulo. Era o movimento hippie. Abracei a causa e logo caí na Feira da República. No começo, eram

Anos 50 e 60. Nas igrejas católicas se comemoravam com muito respeito esse dia. Morava na Mooca e tínhamos, bem próximo à igreja de San Gennaro, este dia, ou seja,

Hebe Camargo…”persona” paulistana. Quem passava pela Avenida Sumaré, a mais ou menos uns 15 anos atrás, via um muro grafitado com as figuras de alguns ícones paulistanos, entre eles, um

Eles eram meninos – ardiam na adolescência. Sentados em um muro viam a vida passar. Em algum lugar coisas estranhas aconteciam, mas não ali. E aí, um deles que era

Recentemente escrevi uma opinião sobre o site, o opine ao site, cujos dizeres sobre o meu último texto – Dias desolados – teve pouca aceitação. Em minha opinião, há textos

Fantástico, extraordinário, não há adjetivo para qualificar o acontecido de dias atrás no Estádio Municipal do Pacaembu, aliás, no meu entendimento, o mais romântico dos palcos esportivos. Sou saudosista sim,
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