
Ya no la quiero, es cierto, pero tal vez la quiero
Quarenta anos se passaram entre ontem e hoje. Há quatro décadas que não via este rosto, mas parece que foi ontem que tomamos nossa última xícara de chá juntos, na

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A Liberdade, naquele tempo, 1953, ainda guardava alguma coisa de rua do interior. Embora transitasse por ela ônibus, carros e os charmosos bondinhos barulhentos, com eles concorriam o carvoeiro, o

“Amanhã vamos pra Santos!” Pronto! Era a catarse! A frase mágica pronunciada pelo meu tio, nos transportava para um mundo de imaginação e sonho do qual não queríamos sair. Amanhã

Eram 07h45min. Todos os dias a cena se repetia. O carro para na esquina, em frente ao metrô Vila Madalena, e desce o rapaz, não tão rapaz… Anda para lá,

Pensamento: O desfile de lembranças não tem idade. Lembrança de Ipiranga com Y. Lembro-me, com nitidez, o ano de 1946. É estranho, mas a lembrança tornou-se fácil, porque, sempre que
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