
A primeira boneca a gente nunca esquece
Lembro da minha primeira boneca de pano, feita a mão pela minha tia. Tudo muito rudimentar. Ela usava os retalhos de tecidos, enchimento de algodão, cabelos com tiras de lã,

Lembro da minha primeira boneca de pano, feita a mão pela minha tia. Tudo muito rudimentar. Ela usava os retalhos de tecidos, enchimento de algodão, cabelos com tiras de lã,

Sou paulistana, nascida em 17 de fevereiro de 1975, filha de descendentes de italianos e libaneses que se conheceram no Bixiga, na década de 1960. Quando meus pais saíram da

Ficaram gravadas em minha memória, profundamente, conto hoje com 79 anos, os dias em que meus pais e eu passávamos os domingos na casa de meus avós, situada na Rua

Saio para andar pelas ruas do meu bairro, sem rumo definido. É um antigo hábito que me permito, principalmente, em fins de tardes de outono. Sinto como se meu espírito

Meu pai trabalhava na ‘Auto Asbestos’, cuja fábrica tinha sede na Rua Ricardo Baptista, no centro, melhor dizendo, no Bixiga. E por motivos de expansão, mudou-se para o Bairro do
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