
Saudades da minha casa, da minha infância, da minha São Paulo!
Minha história se passa na década de 60. A casa ficava na rua Amauri, esquina da Av. Europa. O bairro levava este nome, não sei mais se é chamado assim.

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Vivi no Cambuci toda a minha infância. Na Rua Dom Duarte Leopoldo a rua passava mansa na década de 60, com paralelepípedo, serena e silenciosa, apesar da proximidade com a

Outro dia mandei um texto falando sobre a emoção da música nos bares, inclusive de 2 que fecharam. Depois pensei que deveria complementar minha narrativa lembrando da riqueza de espetáculos

Ainda muito presente em minha memória, aquele passeio ao Horto Florestal com a turma do Colégio (Colégio Estadual da Água Fria), ali no início dos anos 70, carregava uma expectativa

Entre os anos 60 e 80 ir aos cinemas de S.Paulo era um compromisso social, você ia bem vestido, bom perfume – um lancaster ou um rastro, uma calça bem

Gente, o Ipiranga já encheu e continua enchendo….meu coração de saudade e alegria, oh! bairro bão!Minha ligação com o Ipiranga começa por volta de 1918, quando meus pais, então com

Recordo-me de um tempo em que as pessoas da roça que vinham pra São Paulo morriam de saudades do sertão. Ouviam programas de rádio com sons rurais (galos, monjolos, berros

Terminei o curso primário no interior e tive como padrinho pessoal (não paraninfo de turma), o prefeito da cidade Luís Antonio Fleury, pai do deputado, que me presenteou com um

Joinville 28.06.2007 Navegando pela internet, achei o site de vocês. Sou paulistano, tenho 58 anos, economista, nasci e vive no bairro da penha em S.Paulo, e faz 4 anos que

"Moramos no 51 do lado de dentro", com essa máxima minha mãe resumia que não tínhamos que comentar a vida alheia. Será que alguém ainda se intromete na vida dos
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