
Ah, que saudades!
Assumindo meu lado saudosista, inevitável para quem nasceu na cidade de São Paulo no início do segundo terço do século XX, costumo contar aos mais jovens os aspectos civilizados desta

Assumindo meu lado saudosista, inevitável para quem nasceu na cidade de São Paulo no início do segundo terço do século XX, costumo contar aos mais jovens os aspectos civilizados desta

De criança minha avó morava em Pinheiros e nós no Itaim. E vivíamos no apartamento dela.Então minha mãe, que era quem dirigia e é muito prática, descobriu um caminho curto

São várias as lembranças de São Paulo, mais precisamente a Vila Maria, onde passei grande parte da minha infância e juventude. Nesta oportunidade eu não poderia esquecer dos famosos bondes,

Quase 50 anos de Lapa me dão o direito de me dizer lapeana. Novamente moro em um bairro que se iniciou como saída de São Paulo, agora para o interior

Um Brás que se originou da Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinho, na várzea do Carmo, erigida pelo português José Brás. Suas várzeas e brejos foram caminho de passagem

Tarde de Terça Feira.Mês de maio de 2005Ainda não são 14 horas.Venho das entranhas da terra, da maior estação do metrô paulistano e passo por uma Praça da Sé apinhada,

Morávamos em Gráuna (linha da Paulista) íamos de trem para São Paulo. E quando chegávamos na estação da Luz, íamos até a praça da Sé e lá tomávamos o bonde

Minha avó saiu de Lisboa em março de 1938 para passar férias em São Paulo com o irmão, que aqui morava, e assim esquecer de um namorado indesejado pela família.Mal

Garoto de Sâo Carlos, interior de São Paulo, passava férias na Represa Eldorado. Um parente me deixava (via Piraporinha – Diadema) na ponta da represa e através de um barco

Nasci em 46 e morei por 21 anos em um prédio estilo europeu de 2 andares e pé direito alto com 4 quartos enormes, sendo um privativo que meu avô
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