Meses atrás hospedamos um jovem engenheiro norueguês que vinha pela primeira vez ao Brasil. Veio para conhecer a família da prima de nossa nora que reside em Goiás, a qual conheceu na Noruega e ficou noivo, e a mesma o aguardava na sua cidade, pois havia vindo dias antes.
Pegamos o rapaz no Aeroporto de Cumbica, à tarde, e o trouxemos para nossa residência.
Primeiro choque: trânsito nas marginais. Não acreditava no que via, pois em Oslo, onde reside, não tem trânsito.
Segundo choque: o tamanho gigantesco da metrópole que é São Paulo.
Terceiro choque: gente e veículos demais.
Como a estadia seria curta, o levamos para conhecer o Ibirapuera à noite, Avenida Paulista, Jardins e outros em passagens rápidas. O deslumbramento e o assombro que demonstrava em sua fisionomia diziam tudo…
Foi sincero quando disse que esperava encontrar uma cidade "pobre" e grande, mas não tão rica e gigantesca como São Paulo. Pensava que tinha índios e escolas de samba… Imagem do Brasil.
Fomos a uma churrascaria rodízio. O jovem norueguês não acreditou e disse que jamais imaginaria algo assim, pois é inconcebível tal fartura e coisa desse porte na Noruega.
A pedido e por curiosidade dele, convertemos o valor do rodízio em euros; aí ele quase desmaiou… Não acreditou!
Embarcou para Goiás, donde retornaria dias depois para regressar a Noruega.
Mandou agradecimentos a todos os brasileiros pela acolhida e simpatia de nosso povo e, em especial, a nós paulistanos, parabenizando-nos pela qualidade de vida e pela impressionante grandeza da bela capital paulista.
Voltará ao Brasil…
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