Em 1981, minha ex-esposa, Silvana, foi residir num sobrado que ficava sobre um açougue ali na Rua Caiwoa, pertíssimo da Rua Turiassu. Estávamos entrando no segundo ano de separação, e nosso filho, Ricardo, contava com quatro para cinco anos. Meu dia de visitá-lo, ou melhor, meus dias eram o sábado e o domingo, que ele passava em minha casa.
O fato é que peguei gosto por aquela região da Turiassu/Caiowas/Avenida Francisco Matarazzo. Então, aos sábados, por não dispor de muitos recursos financeiros, nós (eu e Ricardo) nos divertíamos ali mesmo na Turiassu e adjacências.
Lembro-me que certa ocasião, meu filho mostrava-se impressionado com o excedente número de taças que o Palmeiras tinha em sua sala de troféus. Observe-se que meu filho foi lá porque a mãe o levou, e não eu… Depois, peguei o garoto, e aí sim o levei à referida sala de troféus, quando expliquei que nem todas as taças lá existentes provinham do futebol, eis que lá havia taças de bochas, enfim, de muitos esportes.
Depois, íamos muito no "Superbom", que era um megamercado, grande moda da época (hoje, Shopping Bourbon), e ali estando, junto com a bomboniere de nome "Alzerina", comprávamos bombons à granel. Alzerina nos tratava muito bem.
Ao lado havia o Cine Turiassu, onde o Ricardo, em 1981, logo após adentrar o mesmo, num sábado, que exibia o E.T., gritou: "Papai, olha o e.t.!".
Os momentos vividos e criados por mim e pelo meu filho, ali na Turiassu, em 1981, marcaram muito a infância do Ricardo, que hoje, contando com trinta e um anos de idade, vive me falando do Superbom, da Alzerina, do Cine Turiassu. Até hoje temos algumas fotos daquelas marcantes experiências vividas por mim e pelo meu filhote de cinco anos de idade.
Quanto ao time que tem estádio na Rua Turiassu, nós, com absoluta certeza, sempre o respeitamos, porém, o nosso time era e é o São Paulo.
Agradeço a atenção de todos.
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