Morava no Canindé, para ser mais preciso na Rua Padre Vieira. Costumávamos nos encontrar no Bar do Delfim (português) para marcar os bailes, mas sempre optávamos em ir ao Badaró, na Rua 24 de Maio, pois o dono do salão era o Sr. Pedro, pai do Dodô, nosso parceiro e amigo. E também porque ele deixava a gente entrar sem pagar.
Foi em uma dessas saídas que em um sábado de Aleluia, no ano de 1972, que fui dançar e encontrei uma garota que hoje é minha esposa (Cleusa).
Grandes cantores passaram por lá. Na saída, às 04h da madruga, tomava a “saideira” do bar do Jeca, na esquina da Ipiranga com a São João.
Bons tempos! Quem ler esta historia irá se lembrar do Badaró.
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