Osni (ponta direita que tinha tudo para ser profissional), Zé da Penha (in memoriam), Tcheco (está vivo?), Ossamo (não sei paradeiro), Issamo (disseram-me que foi para a Inglaterra ainda jovem), Berto (era um ídolo que recentemente nos deixou), Márcio (irmão do Berto, porém muito diferente do mesmo), Lúcio (virou psicólogo), os irmãos João Pregueiro e José Luiz Cuenca (ambos excepcionais goleiros que também já nos deixaram), Zilomag (disseram-me que teve um AVC e ainda não se recuperou), meu irmão Alfredo, (?), Zé Lambreta (tinha a irmã mais bonita do Caxingui), Lupato, (palmeirense, zagueiro central de segundo quadro), Paré (o grande Paré! Palmeirense que todos queriam bem no Caxingui), os irmãos Ivo e Miltinho do Grêmio, o Deguinha, (japonesinho que era meia armador com o pé direito), Zé Peito Fino (este era “Craque”, com C maiúsculo), Fred (centroavante fora de série do estilo Albert da Hungria), e o inesquecível Careca, que outro dia disseram-me que ainda vive.
Ele, o Careca, era o Zito, meio campo do Santos na década de 60, escrito, sem tirar e nem por… Ainda tem o Toni, torcedor da Lusa e bom de bola, cujo melhor amigo era o atual auxiliar do Murici, o Tatá, que por sua vez também é do Caxingui e cresceu comigo!
Uma vez eu li, não me recordo aonde, que o futebolista tem duas vidas, uma é a vida de futebolista, e depois tem a vida dele normal. Eis que a carreira de futebolista é uma vida dentro da vida… A coisa é estranha, emocionante… Rezo pelo espírito dos supracitados que jamais esquecerei.
E-mail: [email protected]