Memórias de Sampa

A turma do SPMC ajudou a gerar um dileto filho, memórias de Sampa. Lá estão alguns autores que escrevem neste site, habituados a querer mais um pouco do que o site pai oferece.

Mesmo sendo época de Carnaval, não é preciso jogar confete nem serpentina, pois o que é bom já nasce feito e está aberto a qualquer um. Relutei a principio participar, pois, não sendo paulistano, pensei ser local próprio para eles, mas declinei, escrevendo uma homenagem ao Modesto Laruccia ao completar seus oitenta anos. Felicidades Modesto! São amigos escrevendo sobre o mesmo tema, unindo-se em torno da cidade de São Paulo, aproximando laços afetivos e familiares.

Por que é que gostamos dessa cidade? Ora. Devido às respostas que a cidade nos deu boas coisas, senão a gente não gostava, seríamos indiferentes podendo até amaldiçoá-la. Isso pode acontecer naturalmente, para quem não têm nenhum laço afetivo com a cidade. Penso naqueles que por algum motivo não sabem nem valorizam a cidade, desrespeitando ou menosprezando-a. Para os amantes da cidade, digo sem medo de errar que é um tema inesgotável.

Todas as cidades também poderiam ser contempladas, bastaria criatividade. Mas, São Paulo não precisa nem quer concorrente. Por si só ela é “auto-suficiente”, tema não apropriado, pois, mesmo sendo grande, ela precisa das demais, no fornecimento de alguma matéria prima para beneficiamento. Falamos nisso reconhecendo essa necessidade, sem exageros.

Sendo não paulistano, somos olhados como quem é intrometido ou por que não procurar soluções para sua própria cidade? Isso também fazemos. Não é preciso ser nova-iorquino nem parisiense para se gostar dessas cidades. Cada um dos que as procuram, buscam atrativos que elas nos oferecem.

O que mais nos atrai da cidade de São Paulo? Sua história. Nem tanto assim conhecida. Como ela se transformou nessa metrópole de hoje ou de uns tempos para cá. São respostas que cada um dos autores pode dar.

E-mail: [email protected]