Que alegria, a chuva finalmente chegou
E trouxe de novo o canto,
Do sabiá, que pelo estio se calou.
Que alegria, ouvir de novo o barulho do rio,
Que corta a cidade, aos borbotões,
Vai enchendo as represas, vai voltando o verde,
Devolvendo a vida,
Para a cidade grande.
E o temor de um grande estio,
E o medo de uma carestia,
Vai ficando para trás.
Mas temos que ter consciência,
Em cuidar da natureza,
Cuidar das nascentes,
Das vegetações ribeirinhas.
Tendo um equilíbrio,
Para que não aconteça novamente,
De ter que beber água suja,
Àgua do fundo do rio,
Agua barrenta.