O Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, situado na Avenida Doutor Dante Pazzanese, 500 São Paulo, abrigou, certa vez e há alguns anos, uma paciente especial, minha cara metade, D. Tania Marcia Vieira.
Minha esposa tinha um problema cardíaco na válvula mitral; o coração apresentava batimentos cardíacos chegando a mais de 300 batimentos por minuto, coisa séria de ter que levá-la às pressas ao hospital e que sob a proteção de aparelhos regularizadores e medicação própria fazia o seu coração normalizar.
Nosso médico indicou uma cirurgia computadorizada, mas com riscos a saúde, no referido hospital, próximo a Avenida 23 de maio e Vila Mariana, os paulistanos o conhecem bem, não fica muito distante do Parque Ibirapuera. A doença coronária perdurou por quatorze anos. Muitos foram os sobressaltos ocorridos, em geral na madrugada quando acordava e dizia-me: o seu coração disparou! Saíamos às pressas.
A dita cirurgia foi um sucesso. Lembro-me que, ao aguardar o seu tempo, fiz muitas orações ao meu santo padroeiro, São José, e fui ajudado. Isto então passou dos sustos para a normalidade, embora minha esposa, acometida de pressão alta, toma regularmente seus remédios e controla os batimentos cardíacos, que gira em torno de 100/110, pessoa normal, com pressão arterial regular, oscila entre 60/70 batimentos por minuto.
Comparado ao problema anterior, é controlável. Este texto é uma homenagem a ela, a paciente, e também ao Instituto e a cidade que tão bem atende com os seus recursos na saúde. Foi a primeira vez que ela visitou São Paulo. Muito obrigado meu querido São José.
E-mail: [email protected]