Metalúrgica Bárbara – Avenida Jandira com Alameda dos Jurupis. Indústria Itaúna de bomba d’água – Avenida Ibirapuera com Avenida Lavandisca. Linhas Setta – Avenida Ibirapuera. Sucos K-Refresco – Avenida Cotovia. Fábrica de bomba d’água Vempa – Alameda dos Aicás. Sherwin Willians Tintas – Avenida Jandira com Alameda dos Jurupis. Indústria Yanes – Alameda dos Arapanés. Indústria Soares – Avenida Ibirapuera com Avenida Macuco. Indústria Impacta – Avenida Jandira. Indústria de Transformadores Wilkason – Avenida Cotovia. Indústria de Raquetes Procópio – Avenida Lavandisca. Pial Indústria de Interruptores – Alameda dos Maracatins. Eletrodos Fredotti – Alameda dos Maracatins com Alameda Iraé. Máquinas de Solda Simonek – Avenida Rouxinol com Rua Pintassilgo. Indústria de Tintas Durlin – Avenida Ibirapuera. Parafusos Fapap – Avenida Jandira com Rua Juquis. Fiação Indiana – Avenida Ibirapuera. Tecelagem das Américas – Avenida Ibirapuera. Fiat Lux – Avenida Cotovia. Brindes Pombo – Avenida dos Jamaris. Indústria de Conservas Irmãos Machatanz – Avenida Lavandisca.
Lembro de muitas dessas indústrias do bairro de Moema, antes chamado de Indianópolis, até porque tudo o que se fazia era a pé e com uma certa tranquilidade, o que nos proporcionava prestar atenção nas flores da praça, na casa colorida, no casal de namorados caminhando bem juntinhos, na árvore sendo plantada em frente a escola, etc…
A Brindes Pombo, na Avenida dos Jamaris, era bem familiar, pois alguns pais de amigos lá trabalhavam. A Fiação Indiana chamava bem a atenção, pois era grande; e tinha a Vila Indiana, com casas para os seus funcionários, tempos depois foi demolida e surgiu em seu lugar o Shopping Ibirapuera.
A Indústria de Transformadores Wilkason, na Avenida Cotovia, ah essa era bem conhecida do meu coração, pois eu namorava o filho do dono. Então, toda vez que por lá passava o meu coração batia em um ritmo diferente! Ao passar pela Indústria de Linhas Setta, quase sempre na hora do almoço, eu gostava de olhar os seus funcionários. Alguns sentados na mureta cantando baixinho ou conversando, sempre tinha um em algum cantinho protegido pela sombra do muro alto, ainda saboreando sua comida na marmita e alguns debaixo da árvore tentando um cochilo mais que sagrado!
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