Quando plantamos uma árvore, no mesmo momento, não somos mais donos dela. Assim foi com a minha, que como contei em "causo" anterior Fiqueiras Raízes no Belém, e minha árvore cresceu firme e forte nesta terra paulistana; só que com um probleminha, teimou em crescer para os lados da Mooca.
O primeiro galho pegou a Sapucaia e foi até o Parque da Mooca dar uma bela caminhada e respirar um pouco de ar puro naquele espaço de oásis em São Paulo.
Dele nasceu outro que subiu pela Paes de Barros e desceu pela Rua da Mooca; dando uma parada para uma oração na loja do Kasseb, chegou à Visconde de Laguna onde comeu uma deliciosa esfiha na Juventus e deu uma olhadinha no treino do Moleque, que se Deus quiser vai voltar ser time grande.
Um galho grande continuou pela Paes de Barros, parou um pouquinho na Monte Lábano, onde tomou um cafezinho com bolo de maçã do Miro, mas continuou seu caminho até a Jumana, onde mais uma vez fez pit-stop em panificadora; Jupam, e ali o Dia Lindo, "com permisso", serviu uma média pura e um pão na chapa com Polenghinho.
O galho foi em frente, subiu até a Juventus, passou pelo clube e terminou seu crescimento no 18º Distrito, onde deu sombra a um belo Manacá da amizade, plantado pela Ana Maria, Pirro, Zé Índio e todos os outro amigos que regam, adubam e cuidam desta velha árvore que abraça os dois lugares mais queridos desta nossa São Paulo velha de guerra.
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