Já tinha meus vinte anos no final da década 70 e o bairro de Vila Sabrina – Zona Norte estava em festa, comemorava seus 18 anos de fundação.<br><br>Já era a primavera, alegria contagiante dos sabrinenses. O presidente da Sociedade de Amigos, o senhor Aurélio; promovia também o campeonato de Bandas e Desfiles de escolas, convidados especiais de outras instituições, tais como Policia Militar e autoridades municipais estaduais, para a entrega de troféus.<br><br>Lá estava eu na multidão, apreciando cada gesto, movimentos de escolas renomadas com suas fanfarras fantásticas, apresentava diante da Avenida Milton da Rocha, com direito a uma parada de apresentação em frente ao palanque para as autoridades.<br><br>Mas algo me chamou a atenção… A Escola Estadual do Imirim tinha duas japonesinhas fazendo baliza, que lindas, charmosinhas, tinham lá seus quinze anos. Enquanto ouvia a exibição da escola, meus olhos não saiam de uma delas, que me jogou um charme com um sorriso mais lindo que a pátria amada Brasil.<br><br>Aconteceu que a escola foi embora, sumiu a japonesinha do sorriso esplêndido.<br><br>Uma semana depois eu estava olhando as fotos tiradas do evento pelo fotografo Isao, em seu estabelecimento, e vi a foto japonesinha.<br><br>Apressadamente peguei a foto, localizei a escola e na mesma semana estava no portão da escola do Imirim, buscando informações da japonesinha, logo elas apareceram, mas quem era quem? <br><br>Mas… Quando a "M" deu aquele sorriso… Não deu outra. No sábado seguinte estávamos no cine Metrópole assistindo ao filme “O estranho no ninho”.<br><br><br>E-mail: [email protected]<br>