Mãe São Paulo – Cerimonial/ Protocolo ILP

Realmente o nome “mãe” é único, temos mãe-avó, mamãe, mãe-tia, mãe-madrasta, embora essa última ande suspeita dos acontecimentos que vem ocorrendo e os que não sabemos, por exemplo, sei de um caso, não vou citar nomes, até por questão de segurança de todos nós, em que o pai morreu de uma forma trágica (a morte já é trágica); após o fato, a madrasta, alguns dias depois, expulsou de casa um jovem de apenas 16 anos, sem convívio nenhum com a "mãe biológica"; e de outro estado, estava até para perder o emprego, e o pior de tudo: ao voltar da escola viu seu pai morto, atropelado, estendido no chão… Imaginem leitores, a cabeça desse jovem no futuro (está morando com um amiguinho de apenas 17 anos e sua família, graças a Deus).
 
Mãe São Paulo, deveríamos morrer estudando, aprendendo, lendo… Isso mesmo, tudo no gerúndio, assim teríamos um mundo melhor, pessoas melhores, humildes, corações abertos e mentes também, e por aí vai.
 
No Egito, o cerimonial confundia-se com ritos religiosos, uma vez que o Faraó era a manifestação da divindade, o cerimonial vem desde a época de Jesus Cristo. Acreditem, eles já tinham seu cerimonial, história de lado, direito a um lugar de honra, isso até hoje é assim… Tapete vermelho, passadeira vermelha, é um trajeto a ser percorrido; vermelho representa o sangue e por aí vai…
 
Sempre busquei aprender algo na minha vida, mais uma vez achei um: Cerimonial/ Etiqueta, Instituto Legislativo Paulista, local: Assembleia Legislativa de São Paulo. 
 
Desde que nascemos é uma cerimônia, esta muito sublime, aguardada com muita expectativa. Como sempre, em minhas andanças pela vida, observo que o ser humano já não tem mais respeito, educação, amor à pátria, a bandeira, ao hino, ao bairro, ao pai, mãe, avós, ao trabalho de onde tira seu sustento. Tem sim por um animal de estimação, mas não por uma criança, um idoso, um doente… Já fiz esse teste, por isso escrevo, em eventos mundiais assistimos, às vezes, cerimoniais quebrados, etiquetas sendo literalmente rasgadas, até podemos considerar isso dependendo do que acontece e com quem…
 
Por exemplo: o papa quando veio ao Brasil tinha um cerimonial a cumprir e etiqueta, mas quebrou vários, lógico, é o Papa, mas e as outras pessoas que também tem suas obrigações e não são católicoas? Outro exemplo: um jogador do Corinthians, só podia ser, deu cambalhotas no Palácio do Planalto em Brasília, e com a cara cheia pela rampa, na frente do Presidente da República, ao voltar de uma conquista do mundial de futebol.
 
Andando pela mãe São Paulo, vemos bandeiras colocadas erradas, até de cabeça para baixo e sabe onde? Em frente ao cartório, capachos com símbolos no chão, posicionamento em frente às bandeiras, ao tocar o hino…
 
Até em encontros mundiais para fotos há "quebras" de protocolos, o senhor Obama sempre quebra, a senhora Dilma "quebra"… Essa é política e ainda mais agora em época de eleições, todos quebram e querem ser o "Q.S.A", e temos no mundo inteiro (que se acha), são sempre "personas chatas".
 
Enfim, um cerimonial e um ótimo protocolo é muito bonito de se ver, é raro, mas se vê, é como achar uma mosca de olho azul. Temos esse curso em São Paulo e dado por pessoa extremamente qualificada, no cerimonial temos o público, esse é bravo, pois a Pessoa "Q.S.A." é o que determina o cerimonialista, que normalmente é amigo. Quanto ao privado, há resalvas, tentam fazer o melhor e é onde pecam.
 
Essa matéria de cerimônia-etiqueta deveria ser obrigatória a todos os políticos do Brasil, antes de receber o "diproma", aliás, primeiro alfabetizados, não funcional, depois segue a carruagem.
 
Mãe São Paulo, parabéns pelo seu dia!