Em primeiro lugar gostaria de dizer que de uma paulada só, neste site, encontrei quase 1000 amigos. Isto me enriqueceu grandemente, não sabem a alegria que senti em conhecer esse grupo eclético e de muito bom gosto.
Gente, sobre o assunto e o título, já estou pensando há horas qual melhor titulo dar: Pensei: Santos futebol clube, São Paulo e Palmeiras, mas decidi por clássicos paulistas. O Corinthians também poderia estar por aqui e também o jogador Rivelino de tantas glórias.
Sobre o título da história e com o perdão dos santistas, preferi chamá-lo de clássicos paulistas, em consideração a cidade de São Paulo e ao site saopaulominhacidade e os seus integrantes.
Os quase 200 milhões de brasileiros que são ao mesmo tempo "patriotas" deveriam pelo menos e quase todos treinadores e entendidos de futebol. Muitos de nós admiramos o Djama Santos, Nilton Santos, Didi, Garrincha e Zito de excepcionais qualidades.
Participei das leituras dos textos do Mario Lopomo, mas foram os comentários de vocês que me atraíram maior atenção ao tema. O Mário se referia a um clássico entre São Paulo e Palmeiras e o “verdão” com o empate de 1×1 levou a melhor pois tinha a vantagem do regulamento. O gol saopaulino foi de Teixeirinha e o do empate, não me lembro quem marcou. Guardei o nome do Teixerinha porque esse jogador é daqui da minha terra.
Ah, desculpem-me os mais velhos; mas a discussão santa de vocês tem muito de gramática e pouco de futebol, e o que vale mesmo é bola na rede. O resto não passa de papo furado, exceção dos árbitros e dos bastidores, e dos locutores e comentaristas e as conhecidas falcatruas dos nossos dirigentes.
Quanto ao ponta referido, esclareço tratar-se de um dos jogadores mais importantes do futebol catarinense e brasileiro. O Mario fez um registro feliz. E sobre o Futebol é isso mesmo: é paixão e está mesmo em nosso sangue.
Penso em colocar lenha na fogueira, então, sendo do tempo do Santos da era Pelé, quero falar sobre a influência que Zito tinha na atuação da equipe do Santos e do Pelé principalmente.
O time era uma espécie de furacão. Por onde passava destruía os adversários. O time tinha conjunto e o sucesso daquele grupo levou a fama no Brasil e no mundo.
Os rivais: Penharol, Boca Juniores, Real Madrid, Atlético de Madrid, são os que me lembro, além dos da casa do Rio e São Paulo também.
Quando o Santos jogava não importava o adversário, faziam os estádios encherem de público e a diferença maior era se Pelé jogasse ou não.
Daí penso que o título de Rei do Futebol foi lhe dado merecidamente, não obstante as qualidades dos outros jogadores também.
Vou dizer também sobre o "clima" das partidas.
Ele se alterava em função de uma jogada ou outra. Um silêncio reinava no meio da torcida e sentíamos uma tensão enorme do que estava por acontecer. O jogo então era um sussurro de lá e para cá. Ora as jogadas eram aplaudidas outras vaiadas. Tudo com muita empolgação, mesmo quando as jogadas do Santos não davam certo, havia a vibração contrária. Tinha muita catimba e arte. Faço o depoimento apenas para ressaltar a importância que o Santos teve para o futebol nas décadas passadas.
Qual era o segredo desses atletas?
Dizem que Zito provocava Pelé chamando-o de “mascarado” ou às vezes de “negrão” sem discriminá-lo claro. Era a maneira que Zito utilizava para influenciar a atuação do rei.
Que Pelé foi um afortunado não se pode negar. Se mereceu também o destaque é outro ponto de discussão. Aqui meu propósito é apenas escrever sobre esse fenômeno, que ficou conhecido pelas famosas tabelinhas entre a dupla Pelé e Coutinho, e colaboradas pelos demais jogadores do time como Dorval, Pepe, Gilmar, Mauro, Mengálvio, Oberdam e tantos outros.
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