Felizmente os homens acordaram e estão tratando as mulheres como deveriam ser tratadas desde o começo do mundo. Pouco se vê por São Paulo, até mesmo no Brasil, monumentos, nomes de praça, lugares, ruas com nome de mulheres, o que se vê muito são nomes de bairros por toda São Paulo.
As mulheres sempre estão nos hospitais levando carinho, aplicando injeções; nas casas paroquiais; nas escolas; hoje a temos nos ônibus dirigindo por São Paulo, nos caminhões, nos táxis; grandes jornalistas em os todos setores da imprensa; apresentadoras, hoje em extinção, de circos; na polícia militar, civil, delegadas, civil metropolitana, juízas, promotoras; enfim elas estão em todos os setores da sociedade civil.
Certa ocasião já escrevi sobre minha saudosa avó Clarice Monteiro Giglio que falecera aos 106 anos e bem vividos como ela mesma dizia, faleceu a três anos, infelizmente. Mas estou rendendo uma homenagem a uma senhora de 80 anos chamada Idamys Buzin que sirva de exemplo a todas de São Paulo e do Brasil, campeã Olímpica de natação, tem no seu currículo mais de 320 medalhas guardadas, tem recordes quebrados na sua época (1948), uma senhora que ainda nada três vezes por semana 400 metros só para ver o fundo da piscina, às vezes até passa disso, nada no clube Espéria.
É um exemplo de vida a todos nós, é uma geração toda, de saúde e alegria, não vemos homenagens em torneios, campeonatos, eventos em geral, portanto os jovens deveriam segui-la em sua trajetória de vida.
Parabéns Sra. Idamys continue nos dando coragem e força nos seus 80 anos.
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