Em um domingo ensolarado de inverno, do ano passado, acordei tarde, pois, estava meio cansado de uma sexta e sábado de muita agitação.
Pensei onde almoçar, já que estava com fome; perto do hotel onde estava hospedado tem uma filial do Filé do Moraes e fui almoçar lá. Chegando lá, o restaurante estava vazio. Sentei, tomei uns chopps e decidi sair dali. Liguei para uma querida amiga que mora nas Perdizes e ela foi me encontrar no Morais para irmos para outro lugar. Ela sugeriu como destino o centro gastronômico do Bixiga, topei na hora.
Indo para o nosso destino, minha amiga foi me mostrando as peculiaridades e belezas da arquitetura do bairro. Apesar de ir várias vezes lá nunca tinha reparado nisso à fundo. Chegando ao nosso destino, fomos dar uma olhada nas lojas e na feira de antiguidades da praça. Depois, nos instalamos em um restaurante em frente à praça e também em frente às escadarias que dá acesso à rua dos ingleses.
Nesse restaurante tinha um trio que tocava e cantava sambas de Adoniram Barbosa, uma delícia. Tomado por essa atmosfera, fiquei a pensar nas histórias maravilhosas que o Bixiga, seus moradores e frequentadores teriam. Por isso, peço aos nossos queridos colegas do site que escrevam de personagens e histórias que viveram ou que ouviram falar desse, que é o mais paulistano dos bairros de Sampa.
Abraço a todos.
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