Turan Bei

Apaixonei-me por este site lendo os textos de Turan Bei. Depois fui lendo e lendo e gostando do Lopomo, do Saidenberg, do Trocate, do Clésio, do Joubert e de tantos outros.

Mas o Turan tinha um jeito especial de falar de coisas bem antigas e de nos levar com ele nessa viagem atemporal. Não era “literatice”; era um jeito de cotidianos – e profundos – "observares".

Não tenho visto textos novos do Turan publicados. Não sei a razão, se ponderável ou imponderável. Mas há nesse espaço, sem dúvida, um belo legado desse autor que abriu o fantástico livro "São Paulo minha cidade.com.br".

Há também, nesse espaço, o vazio, a falta daqueles textos "macios", sem sarcasmos ou idiossincrasias, só retratando saudades de um tempo que passou como ficou registrado em "o trenzinho da Cantareira" no qual, segundo Turan, ia-se ao paraíso possível na Terra.

E-mail: [email protected]