As verdades que descreverei, segundo minha opinião, são cem por cento compatíveis com o propósito deste site, que outro não é, senão demonstrar o carisma, a pujança, a grandiosidade, a nostalgia, a dimensão e aspectos paulistanos.. Enfim, mostrar a capital paulistana tal qual ela é, ou seja, diferenciada por causa dos seus vários aspectos de grandeza e gigantismo.
E dentro desta grandiosidade paulistana, consta um senhor que, na década de 60, vendia salgadinhos na porta de um bar que situava-se nas esquinas das Ruas 7 de Abril com Xavier de Toledo, no trecho compreendido da calçada da Xavier em direção à biblioteca Municipal.
Ali, diariamente, aglomeravam-se centenas e centenas de pessoas, a fim de degustar aqueles salgados fora de série. A coxinha ‘creme’ lá vendida era alguma coisa que mexia com aqueles que iam ao centro. A tal esquina, na época, ficou muito conhecida e falada só por causa dos fenomenais salgadinhos daquele senhor que era tratado pelo apelido de "Chacrinha".
Aliás, a Xavier tinha duas atrações: eis que uma era o Chacrinha, e a outra era o guarda Luisinho que ficava em frente ao lendário Mappin.
Salgadinhos com creme, naquela época, era raro, por isto, por causa da diferenciação saborosa, aquela esquina ficava entupida de gente. Era um ponto turístico e vale a pena, sim, ser lembrada aquela esquina que se tornou famosa.
O Chacrinha deixou aquela esquina ficar famosa. Pois então, aonde quer que estejamos, nós, paulistanos, saudamos o Chacrinha Paulistano, eis que ele tinha uma distante semelhança com o Chacrinha carioca…
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