Liberdade

Oriental, delicado, ajardinado e encantador… Assim defino o bairro Liberdade, que como o próprio vocábulo, tão bem pode expressá-lo. Basta somente, caminhar por suas rua, sentar em suas praças, contemplar seu cenário ou saborear suas delícias.

Paulistas e turistas, brasileiros e estrangeiros irão constatar a beleza e originalidade, que lhe é tão peculiar. Lanternas e ornamentos caracterizam o nipônico lugar. Singeleza, leveza e diversidade misturam-se no ar.

Arte, cultura e gastronomia a emoldurar… Trabalhos artesanais, religiosidade, belos pratos típicos para apreciar… Simples ou sofisticados é só procurar… Yakishoba, sushi, sashimi, kobu, tutu paulista ou uma pasta italiana, variado é o paladar… Não perca a oportunidade e venha então, comprovar.

Esse pequeno poema traduz a minha saudade, de passeios com tia Gina, visitando a Liberdade. Apreciando Ikebanas, comendo bolinhos de arroz… Olhando curiosidades e indo ao cinema depois… Lembro ainda do vestuário diversificado usado pelas pessoas, que encontrávamos ali: Quimonos, túnicas coloridas, roupas esportivas, executivas ou de danças.

Imagens e recordações, que permanecem nas lembranças… Canteiros com lindas flores, vitrines fascinantes… Personagens em miniaturas, esculturas interessantes… Aquários bem decorados com algas e peixinhos diferentes, músicas suaves que ouvíamos de repente…

Crianças tocando pífanos ou brincando em pequenas fontes.
Luminárias atrativas, lenços de seda, fitas, chinelinhos de bom gosto e graciosidade… Espalhavam-se pelas praças e exposições na Liberdade. Enfim, por aqui finalizo com emoção esta história. Guardada no coração e presente em minha memória.

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