Tive o prazer de reencontrar colegas do Brasílio Machado. Nem me lembro se na época era Colégio Estadual e Escola Normal, Instituto de Educação ou outro nome qualquer que algum tecnocrata da educação tenha inventado.
O fato é que esse pessoal foi uma das últimas turmas de um ensino decente público.
A reunião foi de supetão.
Encontrei recentemente a Márcia no lançamento de meus livros.
Do Tatu nunca perdi o contato.
Com o Romeu e Douglas encontrei-me recentemente num supetão menor na hora do almoço.
O Douglas, a Suzana e Neumann mantêm contato.
O migrante Romeu ligou-me e deu a partida, lá de Goiânia. Telefonemas para o baixista Douglas, a nômade Márcia, localizar o Meyer, sequestrar o Tatu.
Douglas bateu tambor para a Suzana e o Neumann e pronto.
Sexta-feira, 22 horas, o pelotão de prontidão na casa do Neumann, um local muito legal e apropriado para o grandioso e quase secreto evento, escondido dos paparazzi que devem estar se mordendo de raiva por haver perdido o momento histórico.
E tire a poeira das reminiscências 37 anos depois.
Casou? Descasou? E os filhos? Aposentou? O que está fazendo? Como tira-gosto é legal!
Mas delicioso mesmo foi lembrar-nos das artes juvenis, de fatos guardados lá numa gavetinha da memória.
Lembramos, por exemplo, do dia em que subimos o Obelisco do Ibirapuera pela escadaria interna.
Morram de inveja!
Quem viu, viu!
Três horas foi muito pouco, mas um excelente aperitivo.
Não demore o próximo encontro outros trinta e sete anos. Nem vinte e sete, se atendermos a proposta de nos vermos aos oitenta anos de idade.
Que apareça mais gente da "tchurminha" que não tinha Internet e Orkut, mas nem por isso deixava de navegar por meio de outros mares por um mundo de sonhos…
Encontrar esse pessoal foi um sonho realizado…
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