Os ídolos também morrem

Nós brasileiros adoramos o futebol, torcemos, gritamos, brigamos, xingamos, dentro dos noventa minutos de jogos. Depois do jogo, umas cervejinhas e vamos para casa. Até o próximo jogo.

Mas nos esquecemos dos nossos ídolos do passado. Hoje vou lembrar de alguns ídolos que já se foram para o outro lado da vida e estão pertinho de Deus.

Conheci o ponta direita do São Paulo, o Faustino, trabalhava como motorista de táxi. Foi assassinado durante um assalto.

O Del Vechio, do Santos Futebol Clube, foi assassinado pelo seu genro, Liminha, ponta do Palmeiras na década de 50, foi assassinado, se não me falha a memória, dentro de um hospital.

O Almir Pernambuquinho, do Vasco da Gama, foi morto na Galeria Alasca, no Rio de Janeiro, numa briga com uns portugueses. O goleiro da portuguesa nos anos 60, o Muca, também numa briga foi morto.

Fora os ídolos que morreram de desastres, como Lidu e Eduardo, do Corinthians, Dirceu, da seleção brasileira, Ary Ercilio, do Corinthians, Daniel Gonzales, do Vasco da Gama. Edivaldo, ponta do São Paulo e Palmeiras, Everaldo, da seleção brasileira. O técnico da seleção morreu no mar, o Claudio Coutinho, e muitos outros.

Esta é uma pequena homenagem a todos os que eu me lembrei, que descanse em paz todos os ídolos que eu vi jogar.

e-mail do autor: [email protected]