Na Rua Jairo Góis, no Brás, fica essa cantina e até aí nada de mais.
Na primeira vez em que lá estive com um amigo, saboreamos um macarrão à marinara, massa feita na casa. De primeira. Enquanto aguardávamos, olhei num canto e vi uma redoma de vidro e, lá dentro, alguns dos mais antigos azeites de lata expostos. Que raridade!
Olhando para cima, lingüiças calabresas e alguns queijos pendurados. Não há quem resista. O ambiente aguça o apetite. E as fotos? Sim, quadros com os esportistas das décadas de 40 e 50. Quando acabava o jogo no Pacaembu, jogadores e dirigentes sempre estavam no Castelões. Vi fotos de Carlos Joel Nelli, Milton Peruzzi, Vicente Feola, dentre outros.
Mas voltando ao título, quando experimentei a pizza de calabresa dessa cantina, fiquei impressionado. Se normalmente como de dois a três pedaços de pizza, dessa vez comi cinco, quase uma inteira. Uma delícia.
E como era cara! Para vocês terem uma idéia, em 1994 custava já uns R$ 24,00. Mas vale a pena. A calabresa é triturada e depois colocam a cebola quase triturada por cima.
Para encerrar, fui num domingo almoçar e vi a mesa do Capo di Tutti Capi, da famiglia dos Capos. Que fartura, que beleza. E como a famiglia come bem. Parece que o nome Castelões veio de um antigo time de várzea. Abraços.
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