Afinal, chegou o dia!
Todos os preparativos haviam sido providenciados. Crachás devidamente preenchidos, alfinetes espetados, Pizzaria confirmada.
Vontade de comer e beber aguçada.
O que restava fazer? Nada, apenas esperar pelo início da noite e o início do evento que estava previsto para as 20h.
Como coordenador da efeméride cheguei à Pizzaria por volta de 19h, coloquei em cima de uma mesa a lista de presença e os crachás, estes em ordem alfabética, tomei um chopp geladinho para lavar a garganta, conferi os últimos detalhes com relação ao aperitivo a ser servido e, pronto, voltei a esperar.
Então, por volta das 20h, os convivas começaram a chegar, subindo a escada, de forma calma e confiante, o Domingos Chiappetta e esposa, chegaram em primeiro lugar, logo em seguida foi a vez de José Carlos Munhoz Navarro e Silvia adentrarem o espaço.
Novos comprimentos e minutos depois chegam imodestamente o amigo Modesto Laruccia e esposa. Ele vem carregando nos braços o painel que pintou, comemorativo à data e que deveria ser assinado por todos os presentes para, então, ser entregue como lembrança para nossa querida Clara Azevedo.
Em meio a brincadeiras e piadas, o painel foi desembrulhado e colocado à mostra para todos.
O Leonello Tesser, acompanhado da esposa, chega informando estar muito preocupado com os sabores das pizzas que serão servidas. Acalmo suas expectativas e me preparo para receber um novo convidado que logo ao chegar me avisa não ser autor, mas, quanta modéstia, ser o esposo de uma autora, a Ivette Gomes Moreira, que chegaria muito em breve, ele estava acompanhado da filha, e foram recebidos pelo grupo com efusiva alegria.
Pronto, estava chegando outro casal e, com essa chegada, foi evidenciada a primeira falha da noite, o coordenador havia se esquecido, barbaridade, de fazer o crachá da autora Ana Maria Lisboa Mortari.
Falha imperdoável, mas perfeitamente sanada a tempo, um crachá foi preparado de imediato e entregue à autora que estava acompanhada do esposo e disse não ter ficado aborrecida com o descuido.
Chega, então, o mais calado de todos os autores, nosso amigo Mário Lopomo. Vem sozinho, mas faz tanto alvoroço que parece estar acompanhado de uma grande comitiva.
O papo ia solto, a ausência de vários autores que haviam confirmado presença ao longo do tempo já era preocupante. Seria o trânsito? Véspera de feriado e as saídas da cidade, principalmente suas marginais, estavam efetivamente congestionadas.
Chega então a Márcia Ovando, toda de negro, com um sorriso tão claro que iluminava o traje escuro em significativo contraste.
Já haviam chegado a Clara Azevedo, devidamente acompanhada pelo fotógrafo que iria registrar o evento, e a Ivette.
Surpresa, com a chegada da Ivette, Keiko Ishihara Calil e esposo! O coordenador vê retornar uma parte muito importante do seu passado, pois o pai da autora, lá nos antigamente, era o responsável por me aplicar injeções (bombas) para amenizar as gripes e resfriados e permitir que eu saísse para os bailes da vida, foi muito gostoso relembrar esses acontecimentos.
Enfim, o coordenador olhando os semblantes dos que já haviam chegado, conclui pelo início dos serviços, pois, de outra forma, muitos ali desmaiariam de fome. Concordes que os ausentes se viessem, iriam chegando e comendo, foi solicitado a todos que ocupassem seus lugares e, então, partimos para o principal, degustar Redondas e enxugar garrafas de “brejas” estupidamente geladas.
Durante a comilança chegou para fazer parte da reunião a nossa querida Tatiana Beltrão, e se uniu ao grupo com a Patrícia Schleumer, que havia chegado um pouco antes.
Foi uma noite agradabilíssima, só maculada pela ausência de outros autores que eram aguardados com muita ansiedade.
Faltaram ao evento não permitindo que a noite fosse totalmente gloriosa os seguintes autores: Alceu Mendes, Benedito Ferreira, Cleidiner Ventura (com justificativa), Berenice Rabello, Lourdes Cecília Bove Ciavata, Luiz Simões Saidenberg (já justificado), Mauro Lima de Souza, Mirça Bludeni de Pinho, Nelson de Araújo Silva Filho, Nelson de Souza Lima, Paulo Costa, Pedro Nastri, Roberto Marin Viestel, Rubens Rosa e Rubens Ramon Romero.
As redondas iam chegando e sendo consumidas no início com toda a voracidade, depois com muita calma e, por fim, suspensas por falta de consumidores. O café é servido para todos.
O pessoal, satisfeito, foi se despedindo e poucos resistentes continuaram na mesa depois de pagas as despesas.
Novas cervejas são pedidas e novos brindes feitos.
O garçom é chamado para fechar a nova conta e muito gentilmente diz que aquelas rodadas extras eram por conta da casa.
Todos agradecem, mas uma voz, em protesto, informa que tudo estaria perfeito se nos tivessem servido após o café um licorzinho digestivo.
Sem pestanejar, o garçom sai e volta com doses de licores, oferecidas em cálices de chocolate, para todos os membros da resistência.
Sem nada mais para reclamar, os últimos resolvem se despedir e nas despedidas sugerem que a Pizzaria passe a ser o local oficial de encontros de rotina dos agora novos amigos.
O coordenador se despede de todos, e pega uma carona com o Mário Lopomo que leva também a Márcia Ovando.
Estão sacramentadas as relações de amizade. Espero que os faltantes e outros participantes do site compareçam aos próximos eventos, para a alegria de todos.
Obrigado aos presentes. Foi para o coordenador um grande “presente”.
e-mail do autor: [email protected]