Também trabalhei no Mappin (Praça Ramos), com o senhor Hélio Rheifranck (o chefão do pessoal) e com a Nelly, sua secretária. Aprendi muito com eles e com os outros que compartilhavam o mesmo espaço: Bete (Doutor Arnaldo), Neide Roxo (senhor Fernando), além dos meus tantos colegas boys: Reginaldo, Igor, Valter, Sandro, César, Wilson, Rogério – sem falar os dos outros setores (Alexandre Montenegro, por exemplo, irmão da Marli, era um grandissíssimo amigo). Depois, fui trabalhar no DP, com Paulo Machado, Hilton, Wagner, Fátima, Eliete (e mais uma multidão atrás das divisórias de madeira: Helena, Mercedes, Marina, Ivani, Gladys, Marcelo, Carlinhos…). Sinto muitas saudades do Dário e da Josy, com quem ri muito mesmo! Gostaria de saber onde estão os meus amigos, espalhados pelo mundo, como eu, talvez! Quando o Mappin fechou, eu já tinha saído de lá. Acompanhei pelos jornais o fechamento das lojas, e o da Praça Ramos doeu profundamente na minha alma. De 14 a 20 anos, andei por todos aqueles corredores, conhecia todos dos setores administrativos e muitos das vendas. Hoje sou um professor universitário e me orgulho bastante quando me lembro do meu percurso e da minha trajetória, que se confunde bastante com as histórias que vivi no Mappin Praça Ramos.
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