Chuva nervosa

É um dia de loucura.
Vinha eu do meu trabalho no Parque de Material Aeronáutico de São Paulo, localizado no Campo de Marte por volta das 16:35h quando me deparei com uma chuva de tamanha extensão, então ali estava eu dentro de um ônibus com destino à minha casa em um trânsito na avenida Tiradentes logo em frente a Fatec, batalhão Tobias Aguiar (rota), Estação da Luz; quieto, rezando para que aquela chuva aquietasse. Mas não, ela não parou, e decidi descer do ônibus. Me atentei ao trânsito totalmente parado, então resolvi caminhar e fui. Mas quando cheguei no túnel do Vale do Anhangabaú olhei uma coisa estrumbosa, marcante, extravagante, destruidora: aquilo havia virado uma piscina com inúmeros carros e pessoas boiando desesperadamente sem poder fazer nada porque a chuva não parava. Fiquei perturbado com aquilo que eu via, mas ao mesmo tempo não podia fazer nada. Graças a deus a chuva parou de repente e a água que encheu o túnel começou a ir embora e assim os carros e as pessoas puderam se colocar no chão novamente. Mas ficou a destruição dos automóveis e pessoas desesperadas com o que tinham perdido com a força da chuva. Ainda bem que ninguém ficou ferido gravemente, mas o caos que ficou em São Paulo, coisa de loooooouco…

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