Tomava um cafezinho no balcão do Café Floresta na galeria do Edifício Copan, quando um rapaz ao meu lado, falando no telefone celular, se identificou com o mesmo nome e
Música divina, expressão do ser humano ao ser despertado em épocas distantes, desde um simples ruído natural passando pelos relâmpagos e trovões, espicaçando a curiosidade dos habitantes das cavernas, os