
O Pai do Amigo da Onça
Conheci Péricles Maranhão poucos meses antes de sua morte. Estávamos, então, em 1961. Jovem desenhista, eu fazia parte de uma pretensa e pretensiosa associação, que, sonhávamos, iria promover a nacionalização

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“Tem certos dias em que penso minha gente, e sinto assim todo o meu peito se apertar…", ouvindo essa linda letra de “Gente Humilde”, de Chico Buarque, cantada por Fagner,

Contém este bairro muitas moradas. Intenso trânsito de ônibus e carros, De trabalhadores apressados, A grande avenida que agita, Do lado de baixo boas casas, E do lado de cima

Tenho lido alguns relatos no site e também tive uma infância sensacional na cidade. Ia muito ao centro, pois meu pai trabalhava lá. O programa era ir com minha mãe

1946 – depois de um "rachinha" no Parque Dom Pedro II, nos reunimos no salão de recepção da paróquia de São Vito Mártir. Quase todos Congregados Marianos, dirigidos pelo Roque
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