Só manhãs de domingo

Anos 70/80. Após a feira do Tanque da Pólvora, juntávamos a molecada; bicicletas e íamos até uma área do Museu do Ipiranga…

Atrás do edifício principal, existia uma grande área, onde podíamos deixar as crianças soltas, aproveitando a calma do local.

E enquanto meu pai; meus irmãos ficavam conversando e observando as peraltices, a manhã ia passando…gostosa…

Lá pelas tantas era hora: “Vamos embora: A nona já está com o almoço pronto…”

Mas… O momento mais esperado… Uma passada pelo bar do Martins, na Rua Bom Pastor, quase em frente ao Ginásio Alexandre de Gusmão…

…Ali, o mesmo servia batidas deliciosas; geladinhas; e aquela hora mais atraia… Mas a criançada estava mais interessada era no antepasto: Salsichas…quentinhas…regadas a mostarda…e sempre insuficientes…

“Chega! Vamos almoçar… A nona tá esperando…” Era uma chiadeira só…

Já não são mais crianças…mas o tempo não apaga as marcas daqueles momentos que a memória ainda curte.

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