Morei até o ano de 1980 no bairro Água Funda, tempo suficiente para não esquecer os bons momentos que vivi ali, a Travessa Magalhães onde o seu Manoel, dono de muitas casas, aluga para quem chegava de outros estados, seu coração era enorme, não sei se está vivo ainda, mas nos levava na carroceria de seu jipe para passear.
Do bar do seu Manoel; do seu Gregório; da dona Morena costureira; do bar do seu Abel de tantas outras pessoas, mas das minhas professoras dona Léia, Neuza, do professor Jose Luiz (garibaldo) e outro Jose Luiz que descobria, não sei de que forma, se nós olhássemos algum trabalho dos colegas, (hum) tínhamos que em classe recitar os verbos, professora Nilce, Claudia.
Mas o mais importante, grandes amigas que consegui e jamais esqueci: Miriam, Rosemeire, Jacinta, Luzia, Cecilia, Isabel, Fátima, Cibele e Esdra e outras que com o passar do tempo esquecemos o nome, mas não a fisionomia de cada uma delas, mas ainda das brincadeiras de rua onde podíamos brincar seguras; da paróquia Santo Afonso, padaria Vaccari, dos bailes nas casas de amigos, que bom que era.
Hoje moro em Diadema, mas jamais esquecerei o bairro que me acolheu e a minha família, minha mãe dona Ercilia, meus irmãos João, Maria, Anael e eu, Palmira, que tinha o apelido de nenê. Se alguém se lembrar de mim entre em contato, ou souberem onde andam essas pessoas, obrigado.
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