Mais uma vez volto à São Paulo, em 14 de setembro de 2014.
Como minha irmã já havia voltado à casa de repouso, e naquelas redondezas só teríamos o Ragazzo da Rua Vergueiro com a Av.Gentil de Moura como opção, resolvemos nos encontrar na estação Paraíso e procurar algum restaurante nas imediações. Encontramos um ótimo restaurante de especialidades árabes chamado Jaber, ele fica na Rua Domingos de Morais, 86.
A comida é excelente, o atendimento é ótimo, o preço um pouco salgado, mas vale a pena.
Pedimos um tabule, uma coalhada seca e quibe de bandeja. Serve bem duas pessoas, para adoçar a vida, um pedaço de halawi que dividimos.
Quando fomos pagar a conta, perguntei se aceitavam cartão e o garçom disse que só não aceitava vale-transporte, por que não tinha a maquininha, aí eu disse: “Então arruma uma maquininha para passar o vale-transporte assim nossa conta sai na faixa, pois já somos idosas”. Foi só risada.
Passamos no Pão de Açúcar e compramos um sorbet de maracujá zero açúcar e um H2O zero açúcar, para comemorar com a Li. Pegamos o metrô na estação Ana Rosa e fomos para a casa de repouso no Alto do Ipiranga.
Desta vez, ela nos reconheceu, e já foi logo agradecendo por ter feito a manicure dela.
Verifiquei que era necessário refazer as unhas das mãos, os pés ainda podiam esperar a próxima visita.
Depois de retirar o esmalte antigo, a Silvia foi aparando e lixando as unhas e eu passei um novo esmalte que ela escolheu, desta vez ficou bem melhor.
Arrumamos o cabelinho dela e colocamos uma tiara para a sessão de fotos.
Em seguida, Silvia foi preparando nosso “sorbet de maracujá” com H2O, que batizei de “Vaca amarela”. A Silvia batizou de “Ovelhinha”.
Brindamos e nos deliciamos juntas.
Logo que chegamos, contou-nos que uma amiga minha tinha ido visitá-la no dia anterior e havia levado um bolo de fubá delicioso. Perguntei se era a Walquiria e ela disse que não sabia, mas que era minha amiga. Também disse que a Walquiria gosta muito de conversar e tem assuntos interessantes que ela tem gostado muito das visitas.
Pegamos uma revista Veja para ler um pouco, e Silvia escolheu uma reportagem do Costa Concórdia que afundou na ilha de Giglio, aquele em que o comandante deixou os passageiros a ver navios.
Quando a Silvia leu o nome do capitão do navio, Francesco Schettino, eu falei: “mas esse Francesco Schettino é o próprio Scretino”. Aí foi só risada. O triste é que o Scretino para “saudar“ o Porto e fazer graça para uma namorada acabou com a vida de 32 pessoas.
Antes de nos despedir, chegou o filho dela, conversamos um pouco e já estava na hora do retorno, nos despedimos e o filho ficou com ela.
Desta vez foi mais leve a visita à mana.