Que presente você daria para homenagear São Paulo?

Abandonado por uns e reconhecido por outros. Através de um telefonema fui comunicado para apresentar-me no "RH" da empresa com a carteira profissional. Assinei vários papéis e devolvi meu crachá, que era minha “varinha de condão”, dando acesso a qualquer prédio dentro da empresa. Já fora do prédio fiquei pensando com meus botões: Arre! Todas as portas se fecharam nesse momento para mim dentro dessa empresa por qual trabalhei por 43 anos. Quando aqui cheguei estavam inaugurando o segundo prédio, e hoje não dá para contar nos dedos quantos são. Bem, de certo modo uma parte deles foi construída através do meu esforço, dedicação e muito trabalho. Arre novamente. Mas sem nenhum obrigado, um aperto de mão.

Pelo menos falassem cara a cara, mas através de um telefonema, “Arre”! O jornal "Estadão" por qual fui fiel por mais de 50 anos (devido ao meu trabalho e viagens constantes não era assinante), mesmo depois da minha aposentadoria, preferia comprá-lo na banca, aproveitando a caminhada diária até o local que é a recomendação médica para nós da terceira idade. Também sem nenhuma justificativa pararam de entregá-lo na minha cidade, só enviando para os assinantes. Arre! O jornal até que foi bom, porque passei a ter mais tempo para com o meu novo jornal "SPMC", que fala de todos os bairros da nossa Sampa querida, no qual conhecia profundamente o bairro em que morava (Tatuapé), e superficialmente os outros (somente de passagem).

Após ler diariamente esse novo jornal, estou conhecendo cada vez mais “tim tim por tim TIM” de cada bairro da minha cidade, e em cada um deles um novo amigo (olha Amigo com "A" maiúsculo). Quantas coisas bonitas deixei de conhecer quando ai vivi. Mas essa nova era da informática está me trazendo a cada dia as riquezas descritas por cada um dos historiadores do SPMC, no qual passei fazer parte e tenho a honra de poder falar do meu querido Bairro Tatuapé. Recebi um e-mail da Equipe SPMC informando que por problemas no sistema perderam alguns textos, e que a equipe estava tentando solucionar a recuperação das mesmas. Novo e-mail dizendo ter recuperado o texto, porém não conseguiram recuperar os comentários. Vejam bem queridos historiadores:

O banco onde possuo a minha conta corrente volta e meia sai fora do ar o seu sistema, não conseguindo pagar meus boletos, e olha que é um dos principais bancos da América Latina. Recorro a Lotérica que o sistema de lá também é um dos melhores, e também está fora do ar, não recebendo nenhuma explicação por parte deles, apenas, “aguarde”. Acabei deduzindo que estou correndo um sério risco de perder meus "milhões" depositados nesse banco (risos), mas garanto que os meus textos dificilmente perderei um deles, sem que seja justificado pela equipe "SPMC".

O meu presente em homenagem a nossa “Sampa Querida” é para essa equipe maravilhosa que representa muito bem o Turismo da nossa capital, com total responsabilidade e carinho para conosco, como todos podem avaliar nessa minha analogia. Gostaria de comentar que os meus textos (chamados por mim de garranchos) vocês nem fazem ideia do trabalho que a equipe do SPMC tem para a revisão da minha grafia, pontuação e acentuação, porque a minha gramática portuguesa é paupérrima.

Não parando por aí, esses "cara" (acredito que o R.C. fala deles) me envia um presente: "kit" maravilhoso que nem deu bem para começar a ler, porque a minha esposa que é professora (acrescentaram na sua grade aulas de História) já surrupiou todos eles, onde aproveitara todas as riquezas de informações e imagens nelas contidas para trabalhar com seus alunos. Parabenizo mais uma vez a equipe da SPTuris, pelo carinho que tem para comigo e com os meus textos, estendendo meus comprimentos também a todos os meus novos amigos, no qual eu apelo: "Continuem me querendo bem que não faz mal nenhum".

Abraços a todos e muito obrigado.

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