São Paulo e todo o Brasil está preparando "tudo" para os eventos futuros de jogos internacionais dos mais variados segmentos esportivos. É prédio disso, é convenção daquilo, é sorteio para lotear interesses, é estudo burocrático, são estádios, são estúdios, é câmara aprovando bebida, ingresso para os brasileiros sem poder aquisitivo, enfim todo mundo com suas preocupações e "resolvendo" os problemas.
Tem até faculdade para ensinar conversação… “Êpa, cumé?” "Nóis" tem que "falá" inglês, francês e espanhol? Brincou! "Nóis" nem sabe "falá" direito o "portuguêis". Cada um fala o seu “regionalês”!
Mas montaram escola em restaurante no mercadão para falarmos coisa como “obrigado”, “por favor”, “com licença”, etecetera e tal.
Deveriam ter ensinado educação antes, depois de velho, fica meio difícil. Isso esta cheirando a mímica no intercâmbio, língua universal. Os eméritos educadores "Haddar", exemplos deveriam ter se preocupado há um monte de anos luzes, na frente desse nosso progresso capenga atual, onde nem capacidade de desenvolvimento com mão de obra especializada formada no país foi pensada, agora vem com toda essa correria.
Isso esta parecendo àqueles cursos rápidos para viajar para o exterior, onde dois brasileiros estão observando a vitrine de produtos americanos e o vendedor sai à porta e diz:
-"Do you like?”
A resposta é imediata, testando o "ingrêis" do curso rápido do Brasil:
-"Laica nóis laica, mais Money que é good nóis num have!"
Trópicos tristes, alegres tropicálias! Viva a Copa de todo mundo, menos nossa!
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