O dominó da vida

É muito interessante o ciclo da vida: nascemos, crescemos, educamo-nos, instruímo-nos, formamo-nos, trabalhamos o máximo que as nossas forças permitam, tudo para suprir as nossas necessidades e possamos viver satisfatoriamente e proporcionar o máximo aos nossos familiares.

Durante esse tempo em que estamos envolvidos com os problemas que dia a dia se nos apresentam, deixamos de ver muitas outras coisas que acontecem ao nosso lado, nas quais não nos aprofundamos, ou por nossa culpa, ou porque nem sequer fomos chamados a participar.

O dominó a cada dia é jogado, cada um de nós corresponde a uma pedra. Somos colocados cada qual no lugar respectivo, combinando com a pedra seguinte, caso contrário não podemos ficar ali, seja no plano familiar, profissional ou social. Enquanto o jogo continua, não vemos as pedras para as quais o jogo ficou fechado serem colocadas de lado e deixadas num plano longínquo de lembrança. São os nossos queridos que já partiram: avós, pais, irmãos e amigos. Tantas outras pedras nem participaram do nosso jogo, nós as víamos, mas nem quisemos saber quem eram porque estávamos preocupados com os nossos parceiros.

Esquecemo-nos de que, a qualquer momento, o dono do tabuleiro ou jogo pode encerrar o jogo e levar as pedras do dominó da vida para a sua casa.

Eu não gostaria jamais de ser retirado deste tabuleiro que és tu, meu São Paulo amado. No próximo dia 7 de fevereiro deste 2009 far-se-á 67 anos que eu estou vivendo em ti, amando-o muito, obrigado querido por todas as grandes jogadas que me permitiste ganhar e que, tenho certeza, ainda ganharei.

No próximo dia 25 será dia do seu aniversário, PARABÉNS, MEU AMOR!!!

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