No último sábado deste mês de janeiro de 2013, minha sobrinha, seu esposo e sua linda filha, moradores do famoso bairro do Morumbi, São Paulo, passaram horas agradáveis a bordo do famoso Barco dos Príncipes cuja partida dá-se na cidade de Joinville Santa Catarina; bastaram 48 minutos de voo saindo do romântico aeroporto de Congonhas para desfrutar este passeio maravilhoso. Como anfitrião perceberia o entusiasmo dos três turistas…
O relato este não é sobre a nossa querida São Paulo aonde tive a felicidade de morar por mais de 50 anos, aprendendo a amá-la, mas foi a odisséia onde vários paulistas além dos meus parentes fugiram da vida corrida da maior capital brasileira; vários paulistas se fizeram presentes, como falei, abrilhantando com a sua simpatia o passeio neste barco de emoções.
Então, o apito do Barco de três andares se fez sentir sendo que o capitão e seus marinheiros impecavelmente trajados desejaram uma boa viagem.
Com o céu transbordando de um azul-celeste quase sem nuvens, o barco zarpou do cais e a galera já sentiria no ar a brisa da baia da Babitonga, um braço de mar que o Atlântico estende com magia desde Joinville até a centenária cidade de São Francisco do Sul, a terceira cidade mais antiga do Brasil (1504); ilhas e mais ilhas em um total de 14 foram serenamente suplantadas na calmaria do barco ante a euforia e curiosidade de todos; foi um belo passeio.
Os turistas então já no barco praticamente lotado e acomodados confortavelmente assistiriam um show com um grupo genuinamente mexicano que brindou com suas canções típicas, estavam vestidos a caráter e com seus inconfundíveis sombreiros.
Máquinas fotográficas a postos várias fotos foram tiradas como recordação desta passagem tão gostosa que a vida nos oferece por tão pouco, com meus botões pensei, como a natureza é pródiga em nos presentear com estes momentos inesquecíveis. Cenas do Titanic, o romance do casal foi imitado pelos namorados e casais presentes.
Após um suculento almoço onde se sobressaiam os pratos a base de camarão o barco atracaria no cais e então a atmosfera centenária do local enchiam os olhos dos turistas; o casario tombado pelo patrimônio histórico, a velha igreja e os nativos apareceriam com a costumeira hospitalidade.
Foram momentos memoráveis, porém tínhamos que voltar, o apito do barco nos avisaria da saída, São Paulo e seus paulistas presentes estavam esperando para retornar a vida normal,trabalho e mais trabalho acima de tudo….
Começaria a seguir a segunda parte da viagem com uma apresentação artística, um showman daria aquele espetáculo de alegria e contentamento como parte de despedida.
Os paulistas já em terra firme vibrariam com esta passagem turística prometendo voltar e trazer amigos para desfrutarem o Barco das Emoções…
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