Vamos ser bem objetivos. Comecei no mundo da "moto" com dez anos, com uma Caloi 0cc (risos), pedalando, não botava nem o pé do chão, mas a paixão por duas rodas era tanta… Com 11 anos meu pai comprou uma Burgman para ele e comecei a andar no quintal, é claro que ele não me deixava andar na rua, mas esse sentimento restrito de querer e não poder só me deixava mais apaixonado em chegar a hora de eu ter a minha moto.
Até que, com 13 anos, ele comprou uma Nx4 bros. Bom, já sabem não é? Me acabei nela, morrendo muito pois ele nunca me ensinou (tive que aprender sozinho) e com muita dificuldade para deixar eu andar, mas conquistando a confiança dele aos poucos e mostrando que o que eu queria era ser motociclista, e não motoqueiro, consegui.
Com meus 18, já dentro da academia militar há dois anos, juntei meu dinheiro e comprei uma Cb 300, sempre sendo sinistro ou “me achando” na pilotagem, mas depois descubro que não sei de nada e tenho muito o que aprender. Após três anos, formado, e já com uma renda melhor, dei entrada, depois de pesquisar muito, na minha primeira 600, a Xj6, feita para um urbano como eu, mas como você vai crescendo, casei e a 600 não combinava muito com essa ocasião, fui conhecendo eventos e me apaixonando por uma RR.
Aí que comprei minha moto de hoje, uma Triumph – Daytona 675, que é boa de pilotar para carregar a esposa nos eventos, até porque ela também tem sua Ninja 250 (a conheci em um evento), mas não gosta de viagens longas, mudança de estado etc., e pretendo agora comprar uma Harley, mas ainda falta um tempo (risos).