No nosso passeio de domingo passado, além de visitarmos o Masp, fomos fazendo um giro pela São Paulo: Mercadão Municipal, Praça da Sé, Praça da República, Theatro Municipal, Av. Paulista e Ibirapuera.
Matei as saudades da cidade que me abrigou e me ofereceu grandes oportunidades. Mas o que me chamou a atenção mesmo, já anoitecendo, foi o Monumento às Bandeiras, no Ibirapuera, uma multidão se espalhando pelo parque, as luzes refletindo na água, e o imponente Monumento às Bandeiras, escultura feita em 1954, por Victor Brecheret, escultor ítalo-brasileiro.
E fiquei observando que no final da escultura somente um empurrava o enorme barco de pedra. E as pessoas subiam e desciam do monumento como formiguinhas se espalhando pelo chão.
E aquele lufa-lufa, aquela balburdia, motos ziguezagueando pelos carros, arriscando levar uma queda, namorados trocando beijos, davam a certeza que esta cidade, apesar dos que a sujam, picham e desrespeitam, é a cidade que pulsa como um coração gigante, abraçando a todos, seja nordestinos, imigrantes, interioranos, e quem quiser aí habitar sempre terá um cantinho sossegado, por mais longe que seja do centro.
São Paulo ainda é a cidade das grandes oportunidades, e logo em Janeiro fará mais um ano. Tomara que os paulistanos cuidem mais dela, não joguem tanto lixo nas ruas, não a pichem, porque quem ama cuida.