Inicia o ano novo, para muitos as férias já acabaram, para outros não, mas o tempo não volta pra trás, vai seguindo seu curso normal, enfim, o mês de janeiro já vai indo embora.
Dia 1º, confraternização universal, dia 6, Santo Reis, dia 20, São Sebastião, dia 25, São Paulo, que comemorou 455 anos, e outros dias menos comemorativos. Fevereiro já vai sendo anunciado, enfim o reinado de momo se aproxima. Basta ligar a televisão, ver e ouvirem as músicas enredos das escolas de samba, e a beleza da mulher brasileira, ou melhor, a nudez feminina tipo exportação.
Na miscelânea televisa, o futebol marca sua presença, e não podia ser diferente, pois é um comércio muito lucrativo, onde todos ganham.
O Campeonato Paulista já deu sinal que, na sequência dos jogos, será empolgante, mas o que me chamou a atenção é o atleta do Corinthians Paulista por apelido de saci. O jovem atleta é um nato ciscador, ou melhor, um bom driblador que promete, vamos aguardar.
Dito isso, resolvi pesquisar sobre o assunto saci, até lembrei de que meu avô falou certa vez. Dizia ele que tinha no seu pequeno sítio alguns animais que eram utilizados para puxar arados e afins, e que no dia seguinte eles estavam com as crinas trançadas, era obra de algum saci.
O Saci, ou Saci-pererê, é um personagem bastante conhecido da mitologia brasileira, que teve sua origem entre os indígenas da região de Missões. Inicialmente retratado como um curumim meio endiabrado, não se diferenciava muito das crianças indígenas, com duas pernas e de cor morena, mas possuía um rabo.
No Norte do Brasil, a mitologia africana o transformou em um negrinho que perdeu uma perna lutando capoeira, imagem que prevalece nos dias de hoje. Herdou também da cultura africana o pito, uma espécie de cachimbo, e da mitologia européia herdou o píleo, um gorrinho vermelho.
Imortalizado nas histórias contadas à beira das fogueiras nas cidades do interior do Brasil, o Saci ganhou um novo e importante aspecto cultural nos livros de Monteiro Lobato e nas histórias em quadrinhos de Ziraldo, alcançando, desta forma, também as crianças da cidade grande. Com a contribuição destes dois escritores, o mito do Saci sobrevive à invasão das culturas estrangeiras, amplamente divulgadas pela mídia.
É considerado uma figura brincalhona, que se diverte com os animais e pessoas, criando dificuldades domésticas, ou assustando viajantes noturnos com seus assobios. O mito existe pelo menos desde o fim do século 18. (Wikipédia)
Jean Gabriel Villin – Francês que viveu muitos anos em Porto Ferreira, foi o ilustrador das histórias de Monteiro Lobato, e também o criador do "marco zero – Praça da Sé", marco zero do estado de São Paulo.
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