Conheci Vila Maria quando ainda a Av. Guilherme Cotching só tinha duas mãos. Lá se vão 60 anos e eu ainda me lembro daquela avenida comprida que terminava numa pontezinha de madeira que passei tantas vezes por ela. <br><br>Mas a minha história começou mesmo com a inauguração da Ponte de concreto no dia 16 de dezembro de 1956. Ah que dia saudoso, na inauguração haveria algumas atrações e entre elas um grupo de rapazes desceria ali de paraquedas. De repente um caiu de mau jeito e foi socorrido por uma ambulância que estava pronta para atendê-los. <br><br>Corremos para lá curiosas. Dentro da ambulância, bem no cantinho estava um rapaz que me chamou atenção, melhor, me encantou. Saímos de perto, mas ele desceu e veio falar conosco, melhor ainda, veio falar comigo. Ele era lindo, me apaixonei no ato e esse amor durou a minha vida inteira. <br><br>Desse amor tenho uma filha e três netos que amo de paixão. E todas as vezes que passo por lá, ainda vejo aquela cena.<br><br>Sinto saudades dele e de tudo que vivemos…foi demais.<br><br><br>E-mail do autor: [email protected]