Fui moradora do que hoje é chamado de Vila Guilherme, desde o nascimento 1947 até 1984 passando, portanto, um longo período da vida neste bairro.
Outro dia, em passeio com minha filha, lembrei-me de uma história da infância.
Nas décadas de 50/60 havia uma mansão abandonada que diziam ser mal-assombrada, crianças e adolescentes da época adoravam passar pelo local para ver se avistava alguma assombração, eu, obviamente era uma dessas crianças curiosas, que ao retornar do colégio em que estudei, o Grupo Estadual Afrânio Peixoto, percorria o caminho que passava pela tal mansão.
No local, hoje há uma pequena praça, gramada e arborizada e o caminho virou uma rua que recebeu nome de Rua Mário Pinheiro.
Lembrei-me também de um terreno baldio quase em frente ao Colégio Afrânio Peixoto, ali muitas famílias de Ciganos montavam suas barracas e também despertava a curiosidade dos estudantes que, ao sair do colégio, davam uma “espiadela” naquele povo de cultura diferente.
Hoje o local abriga o CECA – Colégio Estadual Casimiro de Abreu.
Boas lembranças!
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