O bairro da Liberdade conectado a todas as culturas, encontro da diversidade, retrato de um país cuja lembrança remonta uma história…<br> <br>Cada rua, uma lembrança: <br><br>Rua São Joaquim do Museu da Imigração Japonesa ao lado da Maçonaria, lugar o qual reflete toda imaginação e curiosidade por trás daquelas colunas de granito e mármore, do antigo cinema em frente ao Hospital Santa Helena, época das matinês aos finais de semana. <br><br>Rua Galvão Bueno dos seus restaurantes orientais, com sua iluminação vermelha e branca, da antiga Ikesaki e seus mercados com boneco Daruma: pinte um olho, faça seu desejo, ao realizar, pinte o outro olho do seu Daruma. <br><br>Do encontro com a Praça da Liberdade, dos orientais atuais e da escravidão passada, hoje, comidas típicas e arte; antigamente, o passado simbolizado na Igreja dos Enforcados e das Almas, ritual das velas acesas para iluminar o caminho de todos os escravos que sofreram pela discriminação por conta da supremacia do homem sobre outro homem. <br><br>Então, temos a Rua dos Estudantes, a rua da diversidade, inicia com a tradição oriental e termina nos cortiços principalmente dos migrantes, pessoas sonhadoras a procura de uma nova história até os imigrantes bolivianos, uruguaios, paraguaios entre outros.<br><br>Rua da Glória com seu bom sushi e sukiyaki quem sabe um karaokê? <br><br>Avenida da Liberdade com a tradicional cultura da Casa de Portugal, bacalhau e vinho. <br><br>Esse é o bairro, com seus sabores diversos, onde num simples caminhar acabamos envolvidos por uma corrente de saberes diversificados.<br>Liberdade abre as asas sobre São Paulo, mais do que um nome, uma liberdade de expressão. <br><br>E-mail: [email protected]