Eram sobradinhos geminados de tijolinho á vista. O nosso era o primeiro descendo a Rua do Oratório, do lado direito. Em cima da porta de entrada havia um telhadinho que cobria a porta para não pegar chuva; em seguida, moravam o seu Garibaldo, sua esposa Dona Aidê ou Eidê e seu filho Danilo (o Nilo); depois morava o seu João e Dona Maria com sua filha Zélia, que era amiga, da mesma idade, da mamãe; em seguida a dona Wilma, que era viúva; depois vinha o seu Francisco com a Dona Marina e seus filhos Chico e Mariza; e finalizando, o seu Puch e o seu neto Kêko (não me recordo dos pais do Kêko), no total eram sete sobrados, não me lembro de ter visto alguém morando em um deles que estava sempre fechado.
O campo de futebol hoje: meu avô vendeu toda a área onde existia o campo, para uma companhia construtora que construiu uma vila de casas.
Em dezembro de 1954 mudamos para o bairro de Vila Formosa, onde atualmente Lembranças de minha infância na Mooca Crônicas de Wagner Panighél.
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