Jardim Paulista

Nasci em 1947, na Pro Matre. Minha família morava na Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, quase esquina com a Rua Guarará, mais precisamente vizinho à padaria Charlú. Lá, meus pais tinham uma loja de encanamentos e ferragens (Casa São Jose). <br><br>Após a venda da loja, mudamos para outro número, mas na mesma quadra e neste mesmo trecho da avenida, onde vivi até os meus 19 anos. <br><br>Guardo na lembrança que, onde é hoje o Ginásio do Ibirapuera, existia uma favela sobre palafitas. Eu tinha uma babá chamada Luzia, que lá morava e, às vezes, me levava até lá para ver se as coisas estavam em ordem em sua casa. <br><br>Lembro também da inauguração do Parque do Ibirapuera na comemoração do lV Centenário de São Paulo. <br><br>No trecho Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, entre as ruas Jose Maria Lisboa e a Estados Unidos, respectivamente, gravei na memória os seguintes comércios e atividades da época: Padaria Nice na esquina da Rua Tutóia, o bar noturno Cinderela, a vila em que morava o Jô Soares, Raul Barbeiro, alfaiataria do Paulo Espinosa, Go rent a car, auto-escola Rio Branco, supermercado Pão de Açúcar, Doceira Pão de Açúcar, pastifício Antonnini, farmácia Columbus, elétrica Raul, bazar da Mari, posto Jan, agência de carros dos Napolitanos, Heleninha cabeleireira, bar do Albano, Ki Boliche, supermercado Infinito, banco Moreira Salles, escola de Ballet Liselot, auto elétrico O Melhor, Mr. Clever, casa São Rafael, casa São Jose, padaria Charlú, mercearia Palmira, bilhar J. Paulista, bar Rancho Alegre, consultório medico Dr. Paulo Ribeiro da Luz, quitanda do Japonês, tecelagem Calfat, Fábrica de Colchões, garagem Fidalga, diversos bares e na esquina da Avenida Brigadeiro com a Estados Unidos, o posto de gasolina Satriano. <br><br>São apenas lembranças… <br><br><br>E-mail: [email protected]<br>