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Categoria - Nossos bairros, nossas vidas Bailes nos anos 60 e sua música preferida Autor(a): José Camargo Beira - Conheça esse autor
História publicada em 11/04/2014
Os bailes de São Paulo e suas domingueiras nos anos 60... Cada clube ou salão tinha sua marca registrada, quando se ouvia determinada música, cantor ou orquestra logo era lembrado.
 
Se até hoje ouvimos Bienvenido Granda, logo nos lembramos dos bailes na quadra do Cruzeirinho, que fez 63 anos no último dia dois de abril... Anisio Silva, lembramos-nos do pequeno, mas aconchegante salãozinho do Vila Paris... Elvis Presley, no Bandeirantes... Se alguém preferia dançar Ray Conniff era só ir ao salão do Esso Club na Rua da Mooca... No salão do Radium, na Rua Padre Adelino, no Belenzinho se ouvia de longe Nat King Cole cantando em espanhol.
 
No Clube Independência do Brás, que ficava no mesmo prédio das lojas Pirani, a orquestra Los Guarachos não deixava ninguém sentado quando executava Caravana em “cha cha cha”.
 
No Clube Homs, a orquestra Zezinho da TV tocando “Mulher” era imperdível e no Clube Esportivo da Penha o Crooner que cantava igual a Gregorio Barrios, na orquestra do seu irmão Clodo.
 
Tempos em que os rapazes de terno, gravata e camisa de abotoaduras de madre pérola e alfinete dourado no colarinho; os brincos eram só para as meninas lindas e perfumadas, com seu penteado ninho, seguros por laquê... Se era melhor que hoje, é até discutível, mas calça rancheira rasgada no joelho era só para festa caipira.
 

 

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Publicado em 14/04/2014

Bons tempos Beira. Saudades que jamais matara a gente.

Enviado por Arthur Miranda (Tutu) - [email protected]
Publicado em 14/04/2014

Eu fazia o curso ginasial na Escola Estadual do Parque Edú Chaves hoje Gabriela Mistral e nas tardes dançantes daquela escola eu morria de amor por um garoto de nome Nelsinho cuja tia dele também frequentava a mesma escola e quando tocava Pepino di Capri meu coração saia pela boca de emoção e a esperança dele me tirar para dançar era imensa,coisa que nunca aconteceu...e eu nunca mais esqueci aqueles momentos....

Enviado por Walquiria - [email protected]
Publicado em 13/04/2014

Beira, foi bom viver este tempo, aproveita-se bastante e com respeito. Um abraço.

Enviado por Margarida Pedroso Peramezza - [email protected]
Publicado em 12/04/2014

José, alí na Rua da Moóca ficava também o Piratininga, onde dancei muito, as meninas lindas, algumas de "tomara que caia" com um bolerinho, perfumadas e nós engravatados, parabéns pelo texto.

Enviado por Nelinho - [email protected]
Publicado em 12/04/2014

Beira, só pelos nomes dos artistas que você citou já dá para imaginar quando era melhor...

Enviado por Marcos Aurelio Loureiro - [email protected]
Publicado em 11/04/2014

Zé Beira - Grande pé de valsa - Abraços ...

Enviado por José Aureliano Oliveira - [email protected]
Publicado em 11/04/2014

Maravilhoso, meu querido Beira.Ainda bem que você pôde viver tudo isso. Meus parabéns, Um abraço.

Enviado por Vera Moratta - [email protected]
Publicado em 11/04/2014

Sra;Benedita, não sei onde a sra. morava, mas nos bailes que eu frequentava.e não foram poucos, nunca vi ninguem com roupa remendada

Enviado por José Camargo Beira - [email protected]
Publicado em 11/04/2014

anos 60 que maravilha,epoca da minha mocidade, dançava todas,

inclusive fui amigo do gregorio barrios na boate varieti.

perfume Lancaster.etc,,

lindos tempos.

Enviado por João Cláudio Capasso - [email protected]
Publicado em 11/04/2014

Nossos avós hoje estariam na moda.

Tudo era tão remendado que só se via o remendo, e tão bem feito que parecia pathwork.

Enviado por Benedita Alves dos Anjos - [email protected]
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