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Categoria - Personagens Quem os conhece sabe que é verdade Autor(a): Marcos Aurélio Loureiro - Conheça esse autor
História publicada em 03/04/2014
Hoje, isso não é mais muito comum, mas já houve época em que era até meio que usual: os pais colocarem os nomes dos filhos, iniciando com a mesma letra. Na minha casa mesmo são: Milton, Marcos e Maurício. Tenho um tio que os homens começam todos com A e as mulheres todas com M. 
 
Mas lá na Parada Inglesa, bairro em que nasci, cresci e vivi boa parte de toda minha vida, lugar para onde haverei de voltar, tinha um casal que superou todas as expectativas no sentido de combinar nomes, sejam os deles como o dos filhos. Para começar, em uma quermesse que aconteceu na Paróquia de Nossa Senhora dos Prazeres, quando a sede da paróquia ainda era lá na Capelinha de São Jose, próximo do prédio do antigo Grupo Escolar Frei Antônio Santana Galvão, isso lá pelos idos de 1937, o seu Gino conheceu uma linda senhorita que por coincidência chamava-se Gina. A paridade dos nomes foi o tique para a paixão que acabou resultando em um casamento já no ano seguinte de 1938. 
 
Neste casamento, aliás muito bem sucedido, foram felizes até quando Deus levou a dona Gina, em 2004, e não tardou a vir buscar seu amado Gino, em 2006. Nasceram sete filhos, nada incomum para aqueles tempos que ter muitos filhos era rotineiro. Quatro eram meninos e três eram meninas - hoje são adultos há muito tempo e já são pais de filhos e avós de muitos netos, eu conheço todos. 
 
Mas o inusitado mesmo foram os nomes que o seu Gino e a dona Gina deram a estes quatro filhos e três filhas, amigos meus. Os rapazes chamam-se: Lino, Rino, Pino e Nino. As meninas chamam-se: Pina, Rina e Lina. 
 
Um abraço a todos vocês meus grandes amigos (não se esqueçam de que vocês prometeram que iam ler este relato). Saudades eterna dos seus pais, Gino e Gina.
 
 
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Publicado em 03/04/2014

Marcos, li e gostei, achei os nomes diferentes, creio que seja dificil ter homônimos e não são extravagantes como vemos de vez em quando, parabéns pelo tema,Estan.

Enviado por Estanislau Rybczynski - [email protected]
Publicado em 03/04/2014

Acredito piamente, maninho. Conheci casos parecidos, inclusive de um

professor da USP, mas não vou divulgar o caso. Um abraço.

Enviado por Vera Moratta - [email protected]
Publicado em 03/04/2014

Era interessante existirem famílias com nomes iniciados com a mesma letra, ou juntarem o nome do cônjuge dando origem a nomes estrambólicos.Certa feita fazendo inscrição de agentes comunitários "achei" um "Uochintom" desse jeitinho mesmo escrito na identidade, por isso que nomes de língua estrangeira tem que ser bem pensado também!!!Até que os nomes da crônica não eram tão incomuns aos de origem italiana.

Enviado por Carlos Fatorelli - [email protected]
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