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Categoria - Paisagens e lugares É na rua que as coisas acontecem Autor(a): Benedita Alves dos Anjos - Conheça esse autor
História publicada em 14/10/2013
Hoje saí para dar o meu passeio matinal.
 
E na minha cidade, por ser montanhosa, é só ladeira e sobe e desce.
 
E, na Praça da Matriz, com seu velho campanário fiquei observando as crianças brincando.
 
E, de repente três meninos vieram trazendo nas mãos um cachorrinho de pelos ouriçados que abandonaram a um canto apenas com um potinho de água.
 
E diziam:
- “Pega ele tia, cuida dele tia.”
 
Compadeci-me do pobre cachorrinho que seu olhar já transmitia abandono.
 
Mas pensei:
- “Já tenho um gato e por conta disso nem posso sair para ficar uns dias fora que ele faz bagunça.”
 
Voltei para casa triste, pois o cachorrinho ficou na praça.
 
Tomara que uma alma bondosa o adote.
 
E aqui deixo minha revolta por aquela pessoa sem coração que teve a coragem de abandoná-lo indefeso.
 
E pensei no livro O Pequeno Príncipe que li, no bosque do Madre Cabrini, que era meu jardim secreto e lá me escondia para ler sossegada.
 
E que dizia:
“Tu te tornas responsável por aquilo que cativas.”
 
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Publicado em 16/10/2013

Minha filha, quando criança pegava gatos e cachorros da rua e traziam para casa, um dia ela trouxe um cachorro com o olho furado.

As crianças fizeram essa maldade, ela levou para a veterinária que cuidou e não cobrou nada.

Coisas do bem.

Enviado por Benedita Alves dos Anjos - [email protected]
Publicado em 16/10/2013

Texto interessante, Benedita, onde a sensibilidade de seu coração se destaca ao se interessar por um cãozinho. De fato, gato e cachorro, por fatores de intransigência "conjugal" até hoje, não dá casamento. Bem elaborada sua narração, Alves, parabéns.

Modesto

Enviado por Modesto Laruccia - [email protected]
Publicado em 14/10/2013

Benê, vamos ficar na torcida - alguém deve ter levado o cãozinho.Gostei muito da sua sensibilidade, mas, às vezes, não conseguimos mesmo dar conta de tudo, né? Um beijo.

Enviado por Vera Moratta - [email protected]
Publicado em 14/10/2013

Benê eu também tenho uma gatinha castrada,que apareceu aqui em casa e por mais que eu mandasse ela emboara ela insistia em ficar, mas o que mais me prende hoje em dia são minhas plantinhas, sempre que viajo, fico pedindo à DEIUS que mande chuva aqui em Ribeirão, pois aqui é muito quente.

Beijos que o cachorrinho tenha sorte de encontrar alguém que cuide dele.

Enviado por Julia Poggetti Fernandes Gil - [email protected]
Publicado em 14/10/2013

Benedita, são coisas que acontecem e sei que tem muitos animaizinhos perdidos por aí. Um abraço.

Enviado por Margarida Pedroso Peramezza - [email protected]
Publicado em 14/10/2013

Que saudades Benê.Eu particularmente só tive animais quando meus filhos eram crianças,e fiz por eles.Mas a briga era grande para manter a água fresca a comida adequada e o lugar limpo.Animal precisa de cuidados...e crianças precisam ter algum bichinho ou animal de estimação.Hoje passo bem longe,pois moro sózinha e não quero preocupações.Mas detesto ver quem tem e não cuida...

Enviado por Walquiria Rocha Machado - [email protected]
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