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Categoria - Outras histórias Gratidão e também esperança Autor(a): Clesio de Luca - Conheça esse autor
História publicada em 08/10/2013

A bem da verdade, meus amigos autores, depois do tempo que por aí andei, me marcaram de maneira muito forte. Quando voltei a minha cidade natal, de retorno ao meu lar, meus amigos de roda tratavam-me como um estranho, isto é ouviam-me atentamente com meu novo sotaque, e utilizando sempre o pronome pessoal “você”, como fazem, vocês, frequentemente. Por aqui se usa o "tu” mesmo e muito raramente o “você”, no meu caso não perdi o hábito adquirido.

Dizia a eles que me adapto com facilidade. Fosse morar na Arábia certamente teria aprendido os costumes e aquele idioma, mas não sei se poderia sobreviver.

Em São Paulo, “bati em retirada” porque naquele momento já estando saturado de “correr atrás da máquina”, ou do trem sei lá, fiquei desempregado e resolvi voltar.

O fato é que não estava nada satisfeito comigo mesmo. Despreparado para um papel principal, o da sobrevivência numa cidade grande, Ainda bem que isso aconteceu, pois pude reiniciar meus estudos e mais tarde graduar-me numa universidade.

Mas ficou marcada a minha presença nessa cidade, tanto é que volta e meia estou por aqui contanto minhas histórias. E sempre que posso vou à cidade a passeio, e graças a esse site posso manter meus contatos com o povo de São Paulo.

Papel fundamental, na presença de minha estada por aqui, foram alguns autores, que graças ao seu apoio irrestrito fui aceito e pude continuar aqui no meio de tanta gente boa e bonita, como se fosse um legítimo paulistano.

É claro que para isso satisfazer, preciso saber e inteirar-me do que se passa na cidade e o que ela prescinde com seus problemas de todos conhecidos e sem atrapalhar o andar da carruagem.

A importância que a cidade tem para nós e o país e o que ela oferece em termos de Metrópole e seus avanços nos campos da saúde, da economia, do lazer e da cultura sobre tudo.

E me animo a participar, quando tenho em mente que o site nos proporciona esse rico espaço para o próprio bem-estar do cidadão paulistano e a sua melhor autoestima.

Cada um sabe e conhece o quanto precisa para se nutrir, permanecendo ou dar em retirada, como fizeram muitos de vocês transferindo-se para outras cidades próximas no interior... Ou exterior mas sem perder o elo que nos une a todos que amam a nossa querida e amada cidade de São Paulo, a pauliceia querida, perdoem-me o excesso de adjetivos.

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Publicado em 10/10/2013

Clesio parabens pelo texto que expressa a realidade dos migrantes e sempre chego a conclusão : "que a gente esta sempre bem donde não esta"

São Paulo esta sempre de bracos abertos a todos os que por ela passaram . Mas não e facil a gente trocar a tranquilidade de uma cidade catarinense ,por uma intranquila metropole como esta infelizmente.Abracos Felix

Enviado por João Felix - [email protected]
Publicado em 09/10/2013

Clésio, a cidade é nossa sempre. Gratidão é bom demais. Igualmente sou grata a Santa Catarina por ter me acolhido tão bem, pois eu não conseguia mais associar o trabalho exaustivo em S.P. com saúde. Tive que sair, mas o coração é paulistano com um amor incondicional ao solo catarinense. Um abraço.

Enviado por Vera Moratta - [email protected]
Publicado em 08/10/2013

Clésio, SP te acolheu enquanto foi necessário, e Sampa é assim mesmo, sempre recebe gente de tudo que é lugar e por incrível que possa parecer todos se sentem em casa. Você voltou para sua cidade, conseguiu se formar e se firmar por aí e agora nos relata suas experiências vividas em Sampa com muito carinho.

Em tudo dai Graças !

Abraços.

Enviado por Julia Poggetti Fernandes Gil - [email protected]
Publicado em 08/10/2013

Clesio, nem parece que não é daqui de sampa. Sinto em suas palavras o seu enorme carinho pela nossa cidade e isso é que importa.Parabéns e um grande abraço.

Enviado por Margarida Pedroso Peramezza - [email protected]
Publicado em 08/10/2013

Não há excesso quando há sinceridade, de Luca, vc brilha nos adjetivos, substantivos, homônimos, sinônimos e todas as vertentes que essa rica linguagem nos oferece.

Na volta sempre se traz alguns resquícios do antigo abrigo, não há como escapar. Seu texto está muito bom, Clésio, parabéns.

Modesto

Enviado por Modesto Laruccia - [email protected]
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