Leia as Histórias

Categoria - São Paulo da cultura, gastronomia, lazer e oportunidades Os Cinemas do Centro da Cidade Autor(a): Durval Amaro Queiroz - Conheça esse autor
História publicada em 16/11/2005
Começamos pela praça da sé Cine Santa Helena e Cinemundi, Cine Recreio, Cine Jóia (Praça João Mendes), Cine São Bento e Rosario (rua são bento) Cine Alhambra (Rua Direita) Cine Cairo (Rua Formosa) Cine Pedro II (vale do Anhangabaú depois mudou-se pra a rua dos Timbiras) Cine Bandeirantes (depois mudou para Cine Ouro) Cine Art Palacio, Cine Paissandu(todos no largo Paissandu) Cine Olido, Cine Ritz (depois Rivoli) Cine Broadway, Cine Metro, Cine Oasis, Cine Regina, Cine Eden, Cine Espacial e Cine Comodoro (Av.São João) Cine Maraba, Cine Ipiranga e Cine Windsor (Av.Ipiranga), Cine Copan (Edificio Copan) Cine Metropole (praça Dom José Gaspar) Cine Barão (rua barão de Itapetininga) Cine Jussara (rua dom josé de barros)Cine Monaco (depois premier) Cine Arizona, Cine Rio Branco, Cine Normandie (Av.Rio Branco), Cine Republica(praça da republica), Cine Marrocos (rua cons.crispiniano).


Login

Você precisa estar logado para comentar esta história.

Antes de Escrever seu comentário, lembre-se:
A São Paulo Turismo não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!
Publicado em 07/09/2008 Sr. Enéas (email de 17.03.2007),
O cinema à Pça Mal.Deodoro, instalado em imóvel ocupado mais tarde pela GLOBO, chamava-se Cine Miami.
Enviado por J S Taddeo - [email protected]
Publicado em 07/09/2008 Na rua Dom José de Barros, além do Cine Ópera, mais tradicional, quase à sua frente ficava o Cine Jussara. Neste sim passavam os filmes "audaciosos" (sem qualquer comparação aos pornôs de hoje), proibidos para menores de 21 anos. Enviado por J S Taddeo - [email protected]
Publicado em 05/03/2008 Contei para uma psicanalista que meu pai levava-me ao cine Pedro II, no vale do Anhangabau, em S.P. , década de 40. Ela me disse que não existia este cinema. Era gigantesco. ficávamos nos camarotes e os meninos atiravam aviõezinhos de papel, antes dos filme começar.Obrigada por sua infomação, Gloria. Enviado por Maria da Gloria - [email protected]
Publicado em 20/01/2008 Ola amigos e amantes dos antigos cinemas de SP. Se vcs quiserem ver fotos desses antigos cinemas do centro, dos bairros e da Grande SP façam uma visita no meu fotoblog.
www.atiliosantarelli.fotoblog.uol.com.br
Enviado por Atilio Santarelli - [email protected]
Publicado em 03/11/2007 No largo do Paissandú, durante muito tempo funcionou o Cineac, que era um cinema diferente dos outros naquela epoca de 40 para 50. Funcionava dia e noite, ininterruptamente. Eram jornais, desenhos aninmados e documentários de curta-metragem. O ingresso era barato e era a diversão ideal para quem precisava "fazer hora" ou
era desocupado mesmo . . .Depois esse "esporte" passou para os cinemas de filmes pornográficos da "boca do lixo". voce podia entrar em qualquer hora da sessão porque iria dar de cara com homens e mulheres pelados, com direito a "closes" de suas partes pudendas . . . Prato cheio para quem gostava ! EMP
Enviado por expedito marques pereira - [email protected]
Publicado em 11/08/2007 seu durval so o senhor mesmo que teve a sua vida voltada para o cinema para tentar resgatar toda memoria das salas de projeçoes de sao paulo. Espero que com toda a sua experiencia e a sua dedicaçao consiga. de seu ex funcionario que sempre se lembra do senhor com muito carinho. abraços ao senhor e dona nadir. gercione belarmino da silva. Enviado por gercione - [email protected]
Publicado em 20/06/2007 Caro Durval. Além do Cine Jóia naPrça Carlos Gomes e não na João Mendes tínhamos o Cine NITERÓI na av. Liberdade esquina c/Barão de Iguape onde passava também filmes japoneses e chineses. Lembro na década de 70 de assistir no Cine Niterói na matinês de domingos o que seria o início dos animes de hoje. Os desenhos eram cyborg009 além de outros. Eu assistia filmes de artes marciais no Cine Jóia e drama japoneses no Cine Niterói. No Cine Niterói haviam funcionárias que orientavam os espectadores do início do filme além de servirem sucos de máquina, todas uniformizadas e descentes orientais. Lembro também do CINE JÚPITER na PENHA onde passavam os mesmos filmes dos cines do centro. Lembro do CINE REPÚBLICA, o maior cine de SP, onde passou, antes de fechar, a reprise de Star Wars e nãopodemos esquecer de dois cines o CINESPACIAL c/ sua 4 telas e o COMODORO c/ seu som surround no filme Terremoto. Cinemas que marcaram os bons tempos. Enviado por Eduardo - [email protected]
Publicado em 25/05/2007 SIM TUDO ISSO E MAIS O CINE SAO JOSE NO LARGO SAO JOSE DO BELEM COM SEUS DOIS ANDARES DE BALCOES E TAMBEM O CINE ASTOR , MEU PAI TRABALHOU DE MAQUINISTA NESTES CINES, NA PRAÇA SIVIO ROMERO TINHA O CINE LESTE, NA AGUA RAZA O CINE VITORIA UM DOS MAIORES DE SAO PAULO, DE DOMINGO NAS MATINES, A MENINADA BRINCAVA DE MOCINHO E BANDIDO NOS INTERVALOS, DO ZORRO E OUTROS CINE JAPI NO TATUAPÉ, HOJE JARDIM ANALIA FRANCO ....E TEMBO BOM Enviado por HOMERO GARCIA DUENAS - [email protected]
Publicado em 12/04/2007 Sr. Paulo Chedid
Sou sobrinho do Sr. Ivo Faillage e fiquei contente em saber que o meu tio ainda é lembrado pelo trabalho que ele tanto se orgulhava. Devo lembrar tambem que meus tios Antonio Faillage e Francisco Faillage trabalharam tambem muitos anos no Cine Marrocos,o primeiro como gerente após o tio Ivo e o segundo na projeção. As tias Elvira, Maria, Iolanda e Hilda trabalhavam tambem na rede de cinemas do Sr. Lucídio nas bilheterias e bombonieri.
Que pena que não temos mais os grandes cinemas, com o charme de ontem!
Enviado por José Luiz Faillage - [email protected]
Publicado em 17/03/2007 O Cine Marrocos, com sua escadaria de mármore,colunas majestosas, sala de espera imponente, poltronas reclináveis, obrigava gravata e paletó.Lucídio Ceravollo, o proprietário, era elegante e exigente. Ainda mais exigente era o gerente, Ivo Faillage, que tudo via e organizava. Gerente do Marrocos era coisa muito séria. Vez ou outra, "seo" Ivo embarcava na Paulista, até Barrinha, onde pegava um ônibus até Franca. A notícia de sua chegada logo se espalhava. Eram convites, churrascos, reuniões com políticos da terra. Era o famoso Ivo Faillage, do Cine Marrocos. Enviado por Paulo Chedid - [email protected]